Notícias

Categoria padrão de notícias

Grupo virtual para estudantes Universitários na pandemia COVID-19

  • Nenhum

O trabalho desenvolvido pela Liga Acadêmica de Enfermagem da Criança, Adulto e Idoso (LAECAI), com o título “Grupo virtual como espaço de expressão para estudantes universitários na pandemia de Covid-19” está no Integra 2020. O projeto foi desenvolvido pelos acadêmicos Mateus Fernandes Antonio, Heliete Feitosa de Matos, Ana Carolina Saggin Britto e orientado pelo Professor Helder de Pádua Lima. O estudo teve como objetivo relatar a experiência de planejamento e desenvolvimento de um grupo virtual como espaço de expressão para estudantes universitários na pandemia de Covid-19. Trata-se de um relato de uma experiência promovida pela LAECAI, vinculada à UFMS – CPCX. Durante o planejamento do grupo, docentes e discentes definiram aspectos que fundamentaram a realização do grupo: tema, ferramenta (Google Meet) critérios de inclusão e exclusão, quantitativo de participantes, papéis dos membros da equipe técnica (mediador e observador), etapas de desenvolvimento (apresentação, desenvolvimento e término), regras e duração do grupo. Para o acadêmico Mateus Fernandes Antonio, do curso de Enfermagem, Grupos virtuais de expressão são acessíveis à população, possuem baixo custo e propiciam oportunidades de identificação entre os participantes. Confira o trabalho completo aqui. Esse projeto faz parte de vários outros da área de Ciências Sociais Aplicadas apresentados no Integra UFMS 2020 – Live, evento que segue com programação até sexta-feira, dia 9. Para mais informações, acesse integra.ufms.br. Texto: Matheus Marcio de Oliveira (estagiário da Agecom no CPCX)


Mídias digitais como ferramenta para desenvolver projetos de extensão no Campus de Coxim

  • Nenhum

Desenvolvidos pela acadêmica do curso de Enfermagem do Campus Coxim, Naíra Suele da Conceição Santos, com colaboração das professoras Ana Patrícia A. Torquato Lopes, Verusca Soares Souza e sob orientação da professora Soraia Geraldo Rozza Lopes o resumo de experiência “utilização das mídias digitais no projeto de extensão Convideufms: relato de experiência” é mais um dos vários trabalhos que está sendo apresentado no Integra 2020. O resumo tem como objetivo relatar a experiência da utilização das mídias digitais no projeto de extensão sobre os Efeitos do distanciamento social decorrentes da pandemia de COVID-19 na saúde mental de estudantes, técnicos e docentes de uma Universidade Pública Federal. A implementação da extensão se iniciou com a criação da logomarca que representasse o projeto, seguida da abertura de espaços nas mídias sociais Facebook e Instagram, para compartilhar conteúdos digitais. Além das mídias sociais, durante as reuniões do grupo, “elaboramos um cronograma de encontros virtuais no formato de roda de conversa para discutir e compartilhar experiências sobre as temáticas: medo, ansiedade, uso de álcool e drogas, e atividades cotidianas. Para realizar esses encontros virtuais foram utilizadas 3 diferentes plataformas: Google, WhatsApp e Google Meet. A execução foi possível pela presença de um mediador que conduziu as falas por meio de palavras norteados e pela participação constante das pessoas ali presente”, explica Naíra. A pandemia do novo coronavírus modificou o cenário de ensino, pesquisa e extensão. “A realização deste projeto de extensão neste momento se deu por meio da utilização dos recursos digitais como forma de se fazer presente na comunidade acadêmica”, relata Naíra Suele da Conceição Santos. Confira o trabalho completo aqui. Esse projeto faz parte de vários outros da área de Ciências Sociais Aplicadas apresentados no Integra UFMS 2020 – Live, evento que segue com programação até sexta-feira, dia 9. Para mais informações, acesse integra.ufms.br. Texto: Matheus Marcio de Oliveira (estagiário da Agecom no CPCX).


Suplemento de amêndoas de bocaiuva é opção nutritiva para idosos

  • Nenhum

A suplementação alimentar visa a complementar a dieta e assim colaborar para um estado nutricional adequado aos consumidores, principalmente aos idosos. Dentre os frutos do Cerrado e Pantanal, destaca-se a bocaiuva (Acrocomiaaculeata), sendo a composição de suas amêndoas considerada fonte de proteínas, fibras e carotenoides, nutrientes e compostos bioativos importantes para a nutrição. Nessa linha, o mestrando em Biotecnologia Alberto Chidi Kawano, orientado pela professora Fabiane La Flor Ziegler Sanches, desenvolveu o projeto “Amêndoas da bocaiuva: caracterização físico-química, processamento e desenvolvimento de suplementos alimentares para idosos”. O intuito é desenvolver um produto que seja um aliado aos idosos no sentido de melhorar seu estado nutricional e qualidade de vida. “Foram realizadas, em triplicata, análises de composição centesimal da amêndoa da bocaiuva, segundo métodos da AOAC para proteínas, lipídios, cinzas e umidade, sendo o teor de carboidratos determinado por diferença. Realizou-se o processamento das amêndoas para extração do óleo por prensagem à frio. No desenvolvimento do suplemento, utilizou-se a farinha da amêndoa de bocaiuva desengordurada, wheyprotein, goma xantana, sucralose e aromatizante”, explica Alberto. Após os pré-testes realizados, o pesquisador elaborou duas formulações de suplementos alimentares, com adição da farinha desengordurada de bocaiuva em 35% (F1) e com adição de 50% (F2), resultando em um aspecto granuloso com densidade média e de coloração creme marrom. Alberto obteve resultados satisfatórios. “A formulação do suplemento alimentar utilizando a amêndoa de bocaiuva desengordurada pode fornecer avanços e contribuir para a discussão de novos ingredientes voltados para o público de idosos, buscando assim fontes vegetais alternativas, encontradas no estado de Mato Grosso do Sul”, conclui. A apresentação completa do trabalho pode ser conferida aqui. Texto e imagem: Lucas Caxito – Estagiário da Agecom


Sistema de transferência de energia wireless visa ao carregamento de baterias

  • Nenhum

Os estudantes de Engenharia Elétrica Rafael de Souza Silva, Nicholas Delben de Andrade e Fernanda Morais Balta apresentaram o projeto “Sistema de transferência de energia wireless para carregamento de baterias”, desenvolvido sob orientação do professor Ruben Barros Godoy. O intuito é utilizar o sistema para o carregamento das baterias de um veículo elétrico. Segundo a estudante Fernanda Balta, até 2040 mais da metade da frota mundial de veículos serão elétricos, o que explica a necessidade de pesquisa no assunto. “Até 2030, serão construídos mais de 80 mil eletropostos em território nacional, isso demanda por tecnologias rápidas, eficientes, sustentáveis e inteligentes para o carregamento de baterias dos veículos elétricos”, ressalta. Se valendo do princípio de ressonância em sistemas indutivos fracamente acoplados, o projeto partiu-se das topologias clássicas, sendo analisadas as vantagens e desvantagens dos arranjos ressonantes série-série, série-paralelo, paralelo-série e paralelo-paralelo. Após as devidas análises, optou-se por uma topologia híbrida que agregasse as principais vantagens das topologias básicas, tais como, bom rendimento, simetria entre primário e secundário e estabilidade frente às variações de frequência. A topologia escolhida, denominada na literatura como Double LCC, conta com dois conjuntos ressonantes tanto no primário quanto no secundário, sendo que cada conjunto é composto por uma indutância de filtro e duas capacitâncias. O sistema foi projetado considerando a possibilidade de fluxo bidirecional de energia, transmitindo potência de até 5000 W para carregamento de bancos de baterias com tensões de 36 V a 60 V e com corrente de carregamento de 83 A. Para o fluxo da energia, desde a fonte primária até a carga, além do circuito ressonante, foram necessários estágios de conversão CC-CC, através de um conversor elevador e outro abaixador, CC-CA, através de um inversor ponte-H monofásico de alta frequência e CA-CC, por meio de um retificador não controlado convencional. As simulações foram realizadas para uma frequência de ressonância de 31,5 kHz e o rendimento esteve superior a 80%. Os resultados confirmaram a operação do sistema completo e validaram o dimensionamento tanto do circuito ressonante quanto dos conversores e demais elementos do circuito. Para um próximo passo, os resultados serão validados através de uma planta experimental. Veja aqui a apresentação completa do trabalho. Texto e imagem: Lucas Caxito – Estagiário da Agecom


Fatores e riscos da automedicação em idosos são abordados em projeto

  • Nenhum

A estudante de Farmácia e bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), Ana Isabel do Nascimento aborda os malefícios da automedicação em pessoas da terceira idade no projeto “Fatores associados à automedicação em idosos frequentadores de centro de convivência em Campo Grande – MS”. Orientada pela professora Cláudia Du Bocage Santos Pinto, essa produção da área de Ciências da Saúde é um dos mais de mil trabalhos aprovados do Integra UFMS 2020. aponta que a automedicação feita por idosos pode levar a problemas mais graves do que os identificados entre jovens e adultos que se automedicam, em razão da diferença de absorção, metabolização e eliminação dos organismos. “Os idosos são mais propensos a intoxicações, interações medicamentosas, reações adversas e outros problemas relacionados à terapêutica”, ressalta a estudante. O projeto reúne dados relacionados à situação socioeconômica e de saúde de pessoas da terceira idade que utilizam um centro de convivência na capital de Mato Grosso do Sul. “Apesar de a literatura apontar a população idosa como mais vulnerável e propensa a se automedicar, obtivemos percentuais baixos em relação à população analisada”, aponta. A apresentação ainda, traz uma discussão a respeito dos fatores que levam a esses resultados e pode ser acessada aqui. Essa produção integra o maior evento de de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do Estado, que possui uma programação diárias de lives que pode ser vista pelo site integra.ufms.br. Outros vídeos de trabalhos estão disponíveis no canal da TV UFMS. Texto e imagens: Victória de Oliveira – Estagiária da Agecom


Estudo aborda redes sociais como forma de conscientização de hepatites virais

  • Nenhum

A estudante de Enfermagem Roberta Costa Brava e o enfermeiro Higor Lopes Bernal, analisam a produção de conteúdo sobre as hepatites B e C no projeto “O uso das redes sociais como ferramenta de extensão para conscientização sobre hepatites virais”. Sob orientação da professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição, Soraya Solon, o projeto traz um estudo aprofundado das interações resultantes de um vídeo postado nas redes sociais da Liga Acadêmica Multidisciplinar de Saúde do Adolescente (LAMSA) como base para esse tema. “As hepatites são um grave problema de saúde pública, tanto no Brasil quanto no mundo, e as taxas de mortalidade por Hepatite C, por exemplo, podem ser comparadas na atualidade com as de Tuberculose e HIV”, explica Roberta. Segundo a estudante, o conteúdo publicado pela LAMSA informa desde os tipos, riscos e formas de contágio dessa doença até a prevenção da mesma, o que contribui para a democratização do ensino a jovens e adolescentes, público que mais acessou o post. O trabalho apresentado da área da Ciência da Saúde compõe os mais de mil e cem projetos escolhidos para o Integra UFMS, o maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo de Mato Grosso do Sul, e pode ser acessado aqui. Texto e imagem: Victória de Oliveira – Estagiária da Agecom


Doenças neurológicas podem causar grandes prejuízos

  • Nenhum

As doenças neurológicas em bovinos podem ser causadas por bactérias, neoplasias, vírus, entre outros agentes. Essas doenças são fatais e em sua maioria causam a morte do animal, o que resulta em muitas perdas, principalmente na área econômica. Os principais sintomas clínicos das doenças neurológicas são a fraqueza dos ossos, cegueira e perda da coordenação motora. Segundo o trabalho “Caracterização epidemiológica, clínica e patológica e determinação do impacto econômico das doenças neurológicas em bovinos de Mato Grosso do Sul”, do acadêmico Juan Arredondo, a raiva foi a doença mais comum em Mato Grosso do Sul entre 2000 e 2018. Se o proprietário do rebanho não vacinasse os seus animais, as chances de mortes seriam muito maiores. Segundo um estudo realizado pelo estudante, em uma fazenda com 100 animais não vacinados, a probabilidade de perda do rebanho é de 40%. Já se ocorrer a vacinação, o índice cai para 5%. “É importante que o proprietário saiba o que e quais são as doenças neurológicas para que possa ter um maior controle e evitar perda de animais”, concluiu Juan Arredondo. O trabalho é fruto do Programa de Iniciação Científica e foi desenvolvido na Famez sob a orientação do professor Ricardo Lemos.   A apresentação completa do trabalho pode ser conferida aqui   Esse projeto faz parte de vários outros da área de Ciências Sociais Aplicadas apresentados no Integra UFMS 2020 – Live, evento que segue com programação até sexta-feira, dia 9. Para mais informações, acesse integra.ufms.br.     Texto e imagem: Alex Nantes – Estagiário da Agecom.  


Alunos instalam apiário dentro da UFMS

  • Nenhum

A apicultura é uma atividade comercial de enorme relevância, já que os seres humanos contam com a ajuda das abelhas no intuito produtivo. A grande importância da apicultura é principalmente estimular o serviço de polinização realizado pelas abelhas, afinal elas são responsáveis por aumentar a produção em 70% dos produtos utilizados diretamente na alimentação humana. Por ser uma atividade de baixo impacto ambiental, pode ser realizada em zonas de reservas legais, em razão disso acadêmicos de Zootecnia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) realizaram o trabalho “Implantação de apiário de ensino e pesquisa na Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) da UFMS”. Com o resultado da atividade, mais de 50 alunos foram atendidos em apenas um ano. O trabalho foi desenvolvido pelos estudantes Vinnícius Moroskoski Mendes; Matheus Portela Pinho; Karine Dornelles Pereira Portes; Lívia Lopes Duarte; Alejandro Soares Montaño5; Frederico Nakasone Ferreira, sob a orientação do professo Rodrigo Zaluski.   A apresentação completa do trabalho pode ser conferida aqui   Esse projeto faz parte de vários outros da área de Ciências Sociais Aplicadas apresentados no Integra UFMS 2020 – Live, evento que segue com programação até sexta-feira, dia 9. Para mais informações, acesse integra.ufms.br.   Texto e imagens: Alex Nantes – Estagiário da Agecom  


Influência da internet nos hábitos de leitura infantil

  • Nenhum

Um estudo realizado pela acadêmica de Letras Português/Inglê Emilia Souza Arrua traz questionamentos sobre como a internet influencia nós hábitos de leitura daqueles que pertencem ao grupo infanto juvenil. Tendo como tema “A massificação da literatura infantil concomitante aos avanços das mídias digitais, avanços e retrocessos”, a pesquisa foi realizada a partir de estudos e entrevistas com alunos do 6° ano do ensino fundamental. Para compreender, sob diferentes óticas, foram escolhidas duas escolas, uma delas da rede pública e outra da rede privada. A pesquisa teve como objetivo entender como a literatura tem sido compreendida, e os resultados segundo Emília, mostram que os leitores da rede pública leem mais os clássicos literários, enquanto na rede privada, em razão do maior acesso à internet e às mais variadas mídias digitais, os leitores leem textos mais distantes do cânone escolar.   Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas aqui.   Texto e imagem: Elissandra Cristina Ramalho  – Estagiária da Agecom no Cpan  


Textos literários como forma de aproximação em tempos de pandemia

  • Nenhum

A acadêmica de Direito do CPAN/UFMS, Daiane Roberta Lara de Andrade apresenta no Integra UFMS a pesquisa: “Grupo de leituras Literessências: experiência da leitura na pandemia”. Esta pesquisa fala sobre como foi o desenvolvimento de um projeto pensado para esse momento de pandemia. Sabe-se que a pandemia provocada pela COVID-19 causou mudanças repentinas e drásticas no cotidiano das pessoas, com o objetivo de fornecer espaço de discussão mediada por meio de texto literários foi realizado o Projeto Literessências edição #Fica em casa, do qual Dayane participou como mediadora. Foram 11 encontros semanais que por meio da literatura foi possível fazer discussões e de reflexões de como abordar o momento atual promovendo interação e troca entre pessoas por meio remoto.   Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas aqui.   Esse projeto faz parte de vários outros da área de Ciências Sociais Aplicadas apresentados no Integra UFMS 2020 – Live, evento que segue com programação até sexta-feira, dia 9. Para mais informações, acesse integra.ufms.br.   Texto e imagem: Elissandra Cristina Ramalho – Estagiária da Agecom no Cpan