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Conheça o projeto de divulgação da Avaliação Institucional no Campus de Naviraí

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O trabalho “Projeto de divulgação e sensibilização para a Avaliação Institucional do Campus de Naviraí” foi desenvolvido pelos acadêmicos do curso de Administração do Campus de Naviraí (CPNV), Maurício Hiroyuki Kubo, Nathalli Prado de Jesus e Vanessa Gomes Falcão, sob orientação do professor Fábio da Silva Rodrigues. Os autores fazem parte da Empresa Júnior Agathon Consultoria e, portanto, desenvolveram o projeto juntamente com a Comissão Setorial de Avaliação do campus. Para quem ainda não conhece, a Avaliação Institucional é um importante medidor semestral das ações da Universidade. Por meio dela, acadêmicos, docentes e servidores podem contribuir para que os gestores visualizem fragilidades e potencialidades fazendo com que a nossa Universidade melhore cada vez mais. O objetivo do trabalho foi motivar os acadêmicos e professores do CPNV a participarem da Avaliação Institucional do primeiro semestre de 2020. Para isso, os estudantes de Administração usaram as ferramentas das redes sociais para atingir o público-alvo desejado. “Ele [projeto] surgiu a partir da necessidade que nós enxergamos de divulgar a importância da Avaliação Institucional da UFMS, que em razão da pandemia causada pelo Covid-19 e adoção das aulas remotas, fez a gente perceber que precisávamos inovar e buscar novas estratégias para realizar essa divulgação.”, explica Nathalli Prado de Jesus, uma das autoras do trabalho. Os resultados mostraram que o projeto teve êxito em seus objetos. A análise dos dados possibilitou visualizar que a média de participantes da Avaliação aumentou para 61,2%, o que fez com que o CPNV alcançasse a primeira colocação no ranking final de participação que abrange todos os campi da UFMS. A apresentação na íntegra com dados detalhados do projeto, você confere aqui. Esse projeto faz parte de vários outros da área de Ciências Sociais Aplicadas apresentados no Integra UFMS 2020 – Live, evento que segue com programação até sexta-feira, dia 9. Para mais informações, acesse integra.ufms.br.   Texto e imagem: Gabriela Vilela – Estagiária da Agecom  


Projeto pesquisa as visitas domiciliares durante a pandemia na região do Jardim Marabá em Campo Grande

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O projeto criado pelas acadêmicas de medicina Amanda Alves Rezende; Renata Jakeline Jarschel; Laura Minaré Silva; e orientado por Claudia Du Bocage Santos Pinto apresentado no Integra UFMS 2020 analisa as novas dinâmicas das visitas domiciliares em tempos de pandemia na região do Jardim Marabá em Campo Grande. A UBSF (Unidade Básica de Saúde da Família) se enquadrou à situação de modo a continuar seus atendimentos. A continuidade no atendimento espelha a cautela dos pacientes vulneráveis, além da educação de saúde frente à pandemia. Com todas as medidas de biossegurança, o projeto realizou entrevistas em julho deste ano (2020) com a equipe de UBSF, que conta agora com um revezamento de serviços. Além das buscas que estão sendo feitas na região para casos suspeitos e confirmados da Covid-19, os pacientes são orientados por agentes da saúde e se dirigem à UBSF para relatarem as necessidades de saúde de seus familiares com dificuldade na locomoção. Texto: Mariana Azevedo  


Grupo de estudos Nuestra América desenvolve olhar sensível à arte

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O trabalho “Programa Pólo Arte na Escola: Grupo Nuestra América” foi apresentado no Integra UFMS 2020 pelos alunos: Amanda Mamedes, Gabriel Tavares Rodriguez Brito e Marina Costa. Esse projeto tem como objetivo aprofundar-se nos processos de ensino-aprendizagem dos acadêmicos do curso de Artes Visuais (FAALC-UFMS) e a formação continuada dos professores de arte de Mato Grosso do Sul, das Redes Municipal, Estadual, e de Setor Privado de ensino. No vídeo, Gabriel explica a origem do nome escolhido. “O nome Grupo de Estudos ‘Nuestra América’ foi dado através do texto de José Martí Onde dizia assim: ‘O dever urgente de nossa América é mostrar-se unida em alma e intenção, vencedora de um passado sufocante’. A metodologia do grupo se dá a reflexões de textos ricos, e isso é extremamente proveitoso, entender sobre os pressupostos da descolonialidade nos faz ver quem somos, e também a arte, com um olhar real e sensível, e isso se reflete diretamente em nosso trabalho”, afirma.   Texto e Foto: Maria Eduarda Tomicha  


Coral infantojuvenil da UFMS se adapta ao meio virtual com reuniões no Google Meet

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Vanessa Araújo da Silva, graduanda em Música da UFMS, apresentou no Integra UFMS o “PCIU – Projeto Coral Infantojuvenil da UFMS: Aprendizagem musical através do canto coral”. Vinculado ao curso de Licenciatura em Música da universidade, o projeto foi criado em 2013 para atender crianças e adolescentes e oferecer uma vivência educativo-musical aos acadêmicos e egressos do curso de Música. Reconhecido internacionalmente, o projeto nasceu da pesquisa de doutorado da coordenadora dele, Ana Lúcia Gaborim, doutora em Artes e professora do curso de Música da UFMS. Vanessa explica que “o PCIU foi se adaptando a demandas educacionais e artísticas, dividindo-se em distintos grupos (PCIUzinho, PCIU New, PCIU Alfa, PCIU Mais e PCIU Master), conforme o perfil e nível de aprendizado dos participantes”. Os coralistas se encontram para ensaios semanais com duração de até duas horas. As atividades incluem interações livres, brincadeiras de aprendizagem musical, preparação vocal e consciência corporal. Além de aprenderem a usar suas vozes, os alunos também desenvolvem um repertório musical. As apresentações acontecem em praças, parques, teatros, shoppings, asilo, escolas e universidades, entre outros. Em virtude da pandemia, as reuniões presenciais foram substituídas pelos encontros virtuais e as atividades continuam acontecendo pelo Google Meet. As apresentações também foram transferidas para o ambiente online.   Texto: Gabriela de Souza Rosa Imagem: Acervo de @coroinfantojuvenilufms  


Libras em um país monolíngue

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Nesta semana, a estudante da FAED (Faculdade de Educação) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Karina Albuquerque apresentou seu trabalho: “A surdez em um país monolíngue” no evento Integra UFMS. Em sua pesquisa, ela constatou que apesar de muita gente acreditar que a língua de sinais é um idioma secundário, ainda sim o Brasil é um país monolíngue. Para que pudéssemos ter dois idiomas a Constituição teria que ser mudada ou ainda criar uma Emenda Constitucional. Dessa forma, se tivéssemos a Libras (Língua Brasileira de Sinais) como segunda língua oficial brasileira iria proporcionar maiores direitos para a população surda no país. Para saber mais sobre esse e outros trabalhos acesse: https://integra.ufms.br/    Texto: Daniel Muramato Imagem: Minervino  


Estudantes perceberam mudanças emocionais negativas causadas pelo distanciamento social

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Como está a saúde mental de todos na Universidade Pública Federal? Esse é um dos temas abordados no Integra UFMS o maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do estado de Mato Grosso do Sul. O assunto é comentado pelo acadêmico de enfermagem Maurício Bispo da Silvaem seu trabalho “Efeitos do Distanciamento Social decorrentes da pandemia de Covid-19 na saúde mental de estudantes, técnicos e docentes de uma universidade pública federal: estudo de corte de ações de extensão”. Um estudo quantitativo e qualitativo foi realizado nos 10 campusda Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Em sua pesquisa, Maurício apresenta que as mulheres representaram 61,9%, com idade média de 28,3 anos. A maioria referiu ser estudante de graduação (74,9%), manter distanciamento social (96,7%), adotar trabalho/ensino remoto (88,1%), sentir falta de contato social (76,8%). “A presente proposta busca ampliar a compreensão dos impactos psicossociais da pandemia da Covid-19 na saúde mental de estudantes e técnicos e docentes da UFMS”,diz Maurício Bispo da Silva. Para ter acesso a esse trabalho e vários outros consulte o site do Integra UFMS https://integra.ufms.br/  Texto e Foto: Carollyne Gomes  


Ensino de línguas nas escolas indígenas

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A estudante Alessandra Amorim Mendes, em conjunto com a orientadora Onilda Sanches Nincao, desenvolveu o trabalho “Ensino de línguas nas escolas indígenas da Aldeia Limão Verde: Análise dos Projetos Pedagógicos”, apresentado no Integra UFMS. O trabalho busca compreender a política linguística da comunidade, olhando para a relação entre o português e o Terena. “A questão sociolinguística é, assim, relevante no processo de escolarização indígena, para o desenvolvimento do educando, no preparo para o exercício da cidadania, para o êxito em seus estudos nos níveis da educação escolar, acadêmica e para o mercado de trabalho”, pontua a acadêmica. Lideranças indígenas, pesquisadores, educadores e políticos não governamentais têm se mobilizado cada vez mais para ajudar em relação à essa demanda. Daí que a função da escola era ensinar os alunos indígenas a falar, ler e escrever em português, que é a língua nacional e utilizada em provas como ENEM. No entanto, assim que os alunos aprendiam a ler e a escrever, a língua indígena deixava de ser ensinada em sala de aula, já que a aquisição da língua portuguesa continuava a ser grande meta. Em relação à isso, Alessandra comenta que em algumas comunidades, o português é mais falado do que a língua materna desses povos. O projeto para as escolas indígenas, que está em construção em diferentes comunidades do país, é o de uma escola feita pelos e para os indígenas. São professores indígenas formados, com currículo diferenciado, elaborado em parceria com as comunidades onde línguas, conhecimentos e formas de transmissão indígenas são valorizados. São ensinados nas escolas indígenas as línguas, crenças e ciência. O objetivo é garantir o ensino escolar de qualidade, de maneira bilíngue, com ensino da língua Terena e portuguesa.   Texto: Maykeli Oliveira de Almeida Foto: Banco de imagens  


A escolha dos nomes das ruas de Campo Grande

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A acadêmica Alessandra Fernandes dos Reis do Nascimento orientanda de Aparecida Negri Isquerdo apresentou no evento Integra UFMS 2020, através de um vídeo, seu projeto de pesquisa sobre toponímia urbana de Campo Grande/MS. Toponímia é o estudo dos nomes próprios de lugares. No trabalho, ela estudou três importantes regiões urbanas que retratam as características relacionadas à toponímia histórica e ideológica da cidade de Campo Grande e do estado de Mato Grosso do Sul na relação entre os nomes das ruas. As regiões escolhidas foram Lagoa, Prosa e Bandeira. A autora cita que “foram analisados 251 axiotopônimos [topônimos relativos aos títulos que acompanham nomes próprios de pessoa], obtidos por meio de consulta aos mapas oficiais disponibilizados pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, dentre os quais quatro categorias de títulos e dignidades se destacaram: 77 são formados com títulos relativos à hierarquia militar (Rua General Mariano Xavier); 18 recuperam títulos relacionados à hierarquia eclesiástica (Rua Pastor Virgílio Faria), 153 são nomes de profissões (Rua Jornalista Tim Lopes) e 03 são formados com nomes de cargos políticos”. O resultado da pesquisa sugere que prevalecem os axiotopônimos da região da Lagoa. Estes são de natureza “antropo-cultural” formados pelos títulos de militares que participaram do desenvolvimento de Campo Grande. Já os da região do Prosa e Bandeira estão ligados as homenagens aos profissionais de diferentes áreas históricas de Campo Grande. Os vídeos dos participantes ficarão disponíveis para a avaliação durante a semana. . O evento também acontece ao vivo em alguns momentos. Para mais informações, acesse a página https://integra.ufms.br/. Texto e foto: Barbara Livoratti  


Game traz nova forma de abordar sobre violência

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A violência é considerada um problema de saúde pública, porque pode causar graves consequências no âmbito social e individual do ser humano. E quando ocorre na fase da infância e da adolescência pode causar prejuízos ainda maiores, principalmente psicologicamente. No período de 2011 a 2017 foram registrados 700 mil casos de violência envolvendo crianças e adolescentes no Brasil, sendo casos interpessoais, autoprovocadas e sexuais. Por conta disso, foram criados vários tipos de campanhas de prevenção e programas. “Nessa perspectiva, estamos criando um “serious game” para poder instruir crianças e adolescentes a como reagir nas situações de violência e como procurar ajuda nas redes de apoio”, explica o acadêmico de Enfermagem Carlos Eduardo dos Santos Nascimento, que no Integra apresenta o trabalho “Violação de direitos – uma nova forma de abordar sobre violência”, orientado pelo professor Antonio Pancracio de Souza. O jogo está no formato de quiz, para que se possa saber como essas crianças e adolescentes reagem em situação de violência “A partir das repostas, os jogadores irão ganhar ou perder pontuações e vão ser instruídos sobre o que fazer, qual a rede de apoio disponível, qual a maneira mais adequada de lidar com isso, e mostrar as instituições que podem apoiar como Corpo de Bombeiros, Polícia, Unidade Básica de Saúde da Família”, explica o acadêmico. A proposta é passar essas informações de maneira lúdica e divertida. “Sendo um assunto tão sério, queremos que haja mais pesquisas, produtos e jogos com esse intuito educacional. Acreditamos que o game irá ajudar a fixar melhor as informações. As crianças e adolescentes irão gostar mais de aprender dessa forma e é importante que saibam desde pequeno o quanto a violência pode ser prejudicial para ele ou outras pessoas que estão ao seu redor. Saiba mais aqui.   Texto: Paula Pimenta  


Qual opinião dos idosos sobre a morte? Projeto da UFMS investiga importante questão

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No Integra UFMS 2020, maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo de Mato Grosso do Sul, que esse ano ocorre de forma virtual, foram abertos cerca de 1.113 trabalhos, dentre eles estava o projeto da acadêmica de enfermagem Jéssica Eloy Cunha Gonzales que fala sobre o seu PIVIC (Programa Institucional Voluntário de Iniciação Científica) que tem o tema ‘’O significado da morte para as pessoas idosas’’. De acordo com Jéssica o processo de envelhecer tem seus significados para cada sociedade, baseado em suas definições culturais. Para a entrevistada Maria Alves Gomes, aposentada de 74 anos o significado da morte seria ‘’o termino da vida do corpo humano ou até mesmo uma triste separação dos nossos entes queridos’’. Jessica no final de seu vídeo ainda faz uma pergunta muito importante ‘’E para você, qual seria o significado da morte? ’’. Para ter acesso ao conteúdo na íntegra consulte a plataforma do Integra UFMS até o dia 9 de outubro. Texto e foto: Carollyne Gomes – Repórter Júnior