EDITAL Nº 4/2026 – PROECE/AGECOM/UFMS SELEÇÃO DE ESTUDANTES E PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PARA A COBERTURA JORNALÍSTICA EDUCOMUNICATIVA DO INTEGRA UFMS 2026

  • Nenhum

Torna pública a abertura de inscrições para o processo seletivo de estudantes e professores das escolas públicas e particulares de ensino fundamental e médio de Campo Grande para a cobertura jornalística educomunicativa do Integra UFMS 2026, que será realizado entre os dias 19 a 23 de outubro de 2026, mediante as condições estabelecidas neste Edital.  


Retificação do Cronograma do Edital nº. 431/2026

  • Nenhum

Torna pública a Retificação do Cronograma do Edital nº. 431/2026 – Proece/Prograd/Propp/Proaes/Aginova/Aginter/Agead/UFMS – Seleção de trabalhos técnicos, científicos, culturais e artísticos para apresentação no Integra UFMS 2026, que será realizado no período de 19 a 23 de outubro de 2026, conforme as disposições deste Edital. https://boletimoficial.ufms.br/publicacao?id=606661



Entre o fone e o caos: o papel da música na mente jovem

  • Nenhum

Durante a oficina de Karaokê realizada na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), adolescentes e jovens universitários se reuniram para cantar músicas de diferentes estilos e épocas. O microfone passou de mão em mão, e entre risadas e desafinações, um fenômeno curioso pôde ser observado: o poder da música em acalmar ou dar forma à mente caótica da adolescência. Cantar em grupo não é apenas diversão. Para muitos jovens, a música funciona como um canal de expressão emocional e um espaço seguro para liberar tensões, frustrações e ansiedades típicas dessa fase da vida. Quando o mundo parece confuso, as melodias e letras ajudam a reorganizar os pensamentos, transformando o caos interno em harmonia sonora. Segundo psicólogos, a música estimula áreas do cérebro ligadas à memória, emoção e prazer, promovendo uma sensação de pertencimento e equilíbrio. Em experiências como o Karaokê da UFMS, o adolescente encontra um meio de se expressar e, ao mesmo tempo, se conectar com os outros. No fim, cada nota cantada se torna mais do que som, é um passo em direção à compreensão do próprio caos interior. Texto: Endrick Rauan de Oliveira Aquino (Repórter Júnior)


As dificuldades de um jovem pra entrar no mercado de trabalho: explorando a juventude

  • Nenhum

Na manhã desta quinta-feira(23), a Universidade Federal Mato Grosso do Sul (UFMS) recebeu uma palestra sobre “As dificuldades de um jovem pra entrar no mercado de trabalho”, que explicou de forma interessante e descontraída porque pensou falar sobre isso e os impactos que ele causa. Após a apresentação e explicação,a palestrante conversou com a equipe do projeto Repórter Júnior. Ela falou que escolheu falar sobre isso porque ela também é jovem e entende como é difícil terminar os estudos e logo ter que entrar em faculdade e procurar emprego. EEu escolhi falar sobre isso, porque entendo a sensação de nervosismo quando terminamos os estudos e ai é faculdade e emprego e nem sempre é fácil ter um emprego porque sermos jovens e ainda não termos tanta experiência”. Ao longo da entrevista, ela explicou porque é difícil para os jovens entrar no mercado de trabalho. “No mercado de trabalho principalmente devido à falta de experiência profissional, à competição acirrada por poucas vagas de entrada e à baixa qualificação técnica ou desigualdade no acesso à educação de qualidade”. Ela também explicou os impactos que isso trás na vida dos jovens, como tentativa de ingressar no mercado de trabalho na juventude, muitas vezes cheia de desafios, gera uma série de impactos negativos, tanto para o indivíduo quanto para a sociedade. Os impactos são as dificuldades, como a falta de experiência, a alta concorrência e a exigência de qualificação, podem levar a consequências emocionais, econômicas e sociais. A palestra logo chegou ao fim, com pessoas interessadas na fala e isso mostra como os jovens devem ter paciência e tentar aprender o máximo que poder pra conseguir ter uma carreira e ingressar no mercado de trabalho. Texto: Jullia Clara Quintino Lopes (Repórter Júnior)


Estudante de Odontologia destaca experiência com projeto de gamificação no Integra e Fetec UFMS

  • Nenhum

Durante o Integra e a Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências (FETEC) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a estudante Yasmin Vilaba, do curso de Odontologia, compartilhou sua experiência ao participar do evento e apresentar seu projeto voltado à gamificação no ensino. “Eu me sinto muito realizada e feliz por estar proporcionando uma nova visão para o público. É muito divertido poder interagir com as pessoas, explicar um pouco mais sobre a minha área e sobre o meu projeto”, contou Yasmin. A proposta desenvolvida pela estudante busca aplicar elementos de jogos no processo de aprendizagem, tornando o ensino mais dinâmico e envolvente. O projeto, chamado ‘Card ou Card’, utiliza um jogo inspirado no sistema circulatório, promovendo uma abordagem mais lúdica e participativa para os alunos. Para Yasmin, participar do Integra e da FETEC UFMS tem sido uma oportunidade única de unir ciência, criatividade e ensino, além de possibilitar a troca de experiências com o público e outros participantes. “É muito gratificante ver o interesse das pessoas e perceber que o nosso trabalho pode inspirar novas formas de aprender”, completou. Texto: Catielly Silvério Pereira (Repórter Júnior)


Karaokê: Desafios ao se expressar em público

  • Nenhum

A oficina de karaokê ministrada por estudantes da UFMS, realizada na tarde do dia 23 de outubro de 2025, ofereceu aos inscritos a oportunidade de cantar a música que quisessem. No entanto, nem todos participaram — e o vilão por trás disso pode, na maioria das vezes, ser a timidez ou a insegurança. Segundo o artigo “Public-Speaking Fears in a Community Sample: Prevalence, Impact on Functioning and Diagnostic Classification” (2000), cerca de um terço das pessoas que relatam ansiedade excessiva em público podem sofrer não apenas impactos psicológicos, mas também fisiológicos, o que interfere em suas funções diárias e vida social. Enfrentar tudo isso não é sobre cantar de uma forma que agrade a todos, mas sobre vencer os próprios medos e aceitar a própria voz — mesmo que ela desafine. Esses traços de comportamento social podem surgir do medo de ser julgado pelos outros, da baixa autoestima e da falta de confiança — fatores essenciais para o cotidiano e que precisam ser desenvolvidos em cada indivíduo. O karaokê pode ser uma ferramenta poderosa nesse processo. Por meio dele, é possível treinar maneiras de se expressar em público, controlar o medo e minimizar a vergonha. Por experiência própria nesta oficina, posso dizer que é algo difícil: o medo de ser julgado ou desrespeitado é quase sufocante. Mas, ao enfrentar esse medo de frente, a possibilidade de transformá-lo em algo pequeno é enorme. Texto: Marco Antônio Lopes (Repórter Júnior)


Estudante da UFMS destaca a importância de proteger a infância

  • Nenhum

Na tarde desta quinta-feira, Julia, estudante de Direito da UFMS, apresentou uma análise sobre o trabalho infantil e como ele afeta os direitos humanos e a cidadania. Segundo a lei, a idade mínima para trabalhar é de 16 anos, mas muitas crianças ainda começam antes disso, o que prejudica o aprendizado, a convivência social e o desenvolvimento. “É evidente que os órgãos públicos não estão fazendo o seu trabalho, que é proteger as crianças”, afirmou Julia durante a apresentação. Ela também destacou que a sociedade tem um papel importante nesse combate. “Nós, como cidadãos, precisamos fiscalizar e incentivar a desistência do trabalho infantil. Procurar os órgãos públicos e programas como o Bolsa Família é fundamental para proteger essas crianças”, explicou. Para Julia, a infância é uma fase essencial na formação do caráter e no futuro de cada pessoa. “Eu tenho muito apreço pela infância e acredito que, se a criança não consegue desenvolver esse caráter, quando for adulta vai ser muito mais difícil dela se adaptar e se destacar no trabalho”, completou. Texto: Emilly Vitória Cordeiro Brites (Repórter Júnior)


Água que acolhe: recreação aquática como meio de inclusão e reabilitação social

  • Nenhum

A recreação aquática, prática discutida durante o minicurso “Recreação aquática (dentro e fora da piscina): do planejamento à ação” por estudantes e orientadora, levanta a pauta a respeito da importância de não ser vista somente como passatempo, mas também como uma ferramenta que traz a sociedade inclusão e acolhimento a todos. E quando planejada com cuidado, transforma a piscina ou outros espaços aquáticos em um laboratório de possibilidades. Para crianças com dificuldades de coordenação motora, por exemplo, o contato com a água oferece auxílio natural que facilita movimentos que, fora d’água, podem ser complicados para elas. Para os idosos, o ambiente aquático reduz o peso sobre as articulações, permitindo com que eles possam praticar exercícios que fortalecem o corpo sem causar dor. E para pessoas com deficiências, é muito mais do que exercício; é liberdade, respeito e inclusão.  Mas o potencial da recreação na água só é devidamente aproveitado quando há um planejamento adequado. O modo como as atividades são estruturadas pode impactar de maneira direta os resultados terapêuticos. Um projeto mal feito pode levar pessoas a se decepcionarem ou até mesmo a desistirem. Já um planejamento que considere a idade, o perfil clínico e as necessidades de cada pessoa garante que cada sessão seja um passo, na caminhada rumo à recuperação. Além disso, não se dá limites à cura física. A recreação também fortalece a autoestima e a confiança dos que praticam. Quando alguém consegue realizar uma tarefa que antes parecia algo impossível no meio aquático, isso gera um sentimento de conquista que se reflete na vida cotidiana. É nesse momento que a recreação e o tratamento se unem, criando um ciclo positivo de crescimento pessoal e social. Apesar dos avanços, ainda existem desafios para a ampliação dela em espaços públicos e comunitários. A falta de infraestrutura, a escassez de profissionais qualificados e a resistência cultural são barreiras que persistem. No entanto, iniciativas que buscam unir a recreação aquática ao espaço público mostram ser possível superar esses obstáculos com planejamento, parcerias e ações do governo. A inclusão é o foco dessa prática. Ao criar ambientes acessíveis e acolhedores para as pessoas não somente melhora a qualidade de vida de quem a prática, mas também promove uma sociedade mais justa e solidária. O ambiente aquático mostra não ser somente um lugar de lazer, mas um espaço de acolhimento para todos. Na verdade, a iniciativa não é somente sobre água. É sobre humanidade, persistência e união de peças para o quebra-cabeça chamado amor. Texto: Marcos Antônio Lopes (Repórter Júnior)


INTEGRA 2023

Realizado desde 2017, o Integra UFMS é o maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do estado de Mato Grosso do Sul. O objetivo é reunir em um só local o resultado das atividades ligadas a Programa Institucional de Bolsas da Iniciação Científica (Pibic), Programa Institucional de Bolsas da Iniciação à Docência (Pibid), Programa de Educação Tutorial (PET), Extensão Universitária (Enex) e Empresas Juniores da UFMS e a Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (Fetec-MS).

Login