Durante uma palestra realizada hoje na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o doutor Carlos Eduardo abordou o tema intercâmbio gratuito, destacando que essa experiência é mais acessível do que muitas pessoas imaginam. Segundo o palestrante, um dos principais equívocos é acreditar que a falta de recursos financeiros impede a participação. “O intercâmbio é totalmente acessível. As pessoas acham que, por falta de verba, não vão conseguir participar, mas isso não é verdade”, afirmou. Carlos Eduardo explicou que o LALAEC, centro vinculado à UFMS, oferece suporte completo aos interessados, auxiliando desde a obtenção de recursos até a melhoria do domínio da língua inglesa. Ele também destacou a importância de os estudantes acessarem o site da Aginter (Agência de Internacionalização da UFMS), onde estão disponíveis informações sobre vagas e programas de intercâmbio abertos para candidatura. A palestra reforçou que o intercâmbio gratuito é uma oportunidade real para quem busca ampliar conhecimentos, vivenciar novas culturas e enriquecer a formação acadêmica. Repórter Júnior: Catielly Silvério Monitores: Emanueli Ovelar e Beatriz Fontoura
Bate papo sobre como essas atividades estimulam criatividade, empatia e habilidades sociais entre adolescentes À medida que cresce o interesse por jogos de personagens (RPG e jogos de hot seat), estudantes de Psicologia na UFMS ressaltam a possibilidade deles contribuírem com o autodesenvolvimento, sobretudo entre jovens. Estes jogos não só fazem a diversão para ajudar a desenvolver habilidades cognitivas, emocionais e sociais, ou seja, transformar lazer em ferramenta de desenvolvimento pessoal. A utilização de RPGs — jogos de interpretação de papéis — tem se mostrado como uma prática pedagógica inovadora para trabalhar temas como as relações interpessoais, o pensamento crítico e a empatia. Em oficinas para adolescentes esses jogos são utilizados como instrumentos de ensino que incentivam a imaginação, a comunicação e a capacidade de tomar decisões como grupo. De acordo com Alisson Francisco, estudante de psicologia, os RPGs são uma espécie de psicodrama vivencial, onde é permitido aos jogadores expressar sentimentos e ter contato com diferentes pontos de vista. “O RPG estimula o desenvolvimento da racionalização, da solução de problemas e da tomada de decisão”, afirma. Mário Baco, outro debatedor aqui, também estudante de psicologia e perito em RPG, destaca que o RPG é diferente de qualquer outro jogo já que não fornece soluções pré-estabelecidas. “No RPG cada um procura a sua maneira de enfrentar os desafios, o que requer criatividade e adaptação. A interação com outros jogadores, que podem oferecer respostas inesperadas, contribui para a habilidade necessário para compreender questões complexas. Com o aumento do interesse por jogos de interpretação de papéis (RPGs) e jogos de mesa, especialistas têm destacado seu potencial para o autodesenvolvimento, especialmente entre jovens. Esses jogos não apenas promovem entretenimento, mas também ajudam no desenvolvimento de habilidades cognitivas, emocionais e sociais, transformando o lazer em uma ferramenta de crescimento pessoal. O uso de RPGs — jogos de interpretação de papéis — tem se mostrado uma abordagem inovadora para trabalhar temas como resolução de conflitos, pensamento crítico e empatia. Em oficinas voltadas para adolescentes, esses jogos são utilizados como ferramentas educativas que estimulam a criatividade, a comunicação e a capacidade de tomar decisões em grupo. Segundo Alisson Francisco, estudante de psicologia, os RPGs funcionam como uma forma de psicodrama vivencial, permitindo que os participantes expressem emoções e experimentem diferentes perspectivas. “O RPG ajuda no desenvolvimento da racionalização, resolução de problemas e tomada de decisão”, afirma. Mário Baco, outro representante da discussão, também estudante de Psicologia e especialista em RPG, disse que o RPG é diferente de outros jogos, pois não oferece soluções pré-definidas. “No RPG, cada jogador busca sua própria forma de resolver desafios, o que exige criatividade e adaptação. A interação com outros jogadores, que podem apresentar respostas inesperadas, fortalece a capacidade de lidar com situações complexas”. Repórter Júnior: Marcos Antonio Lopes de Jesus Monitores: Emanueli Ovelar e Beatriz Fontoura
O interessante mundo do besouro rola-bosta Na manhã desta segunda-feira (20), a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) recebeu uma palestra “O incrível mundo dos rola-bostas”, que apresentou de forma descontraída e curiosa a vida de algumas espécies de besouros rola-bostas. Após o evento, o palestrante Marcelo conversou com a equipe do projeto Repórter Júnior, que também realizado pela Universidade. Ele contou que o interesse pelos insetos começou na infância. “Sempre gostei de insetos e assistia uma série chamada Mini Monstros, que falava sobre os invertebrados. Foi ali que começou minha paixão”, relembrou. Ao longo da entrevista, Marcelo explicou como os besouros rola- bostas surgiram aqui. “O surgimento deles começou no período cretáceo superior quando os dinossauros já estavam envelhecendo e logo sendo instintos e começando a reinar os mamíferos e foi nessa era que eles começaram a colonizar e se espalhar para outros lugares através de tempestade ou furações que pegaram eles na travessia do Atlântico”. Ele também falou sobre a evolução deles junto aos mamíferos e como tem espécies que vivem junto com outros animais que ficam nos altos, como a preguiça, que é um dos animais que ele se prende por conta de suas garras maiores e já fica por perto pra se alimentar direto da fonte. A palestra logo terminou com muitas curiosidades e mostrando como esses bichinhos tem história e inteligência. Repórter Júnior: Jullia Clara Quintino Lopes Monitores: Emanueli Ovelar e Beatriz Fontoura
Na tarde deste sábado, na nossa Universidade, UFMS, pudemos receber um incrível psicólogo, Frederico Mattos, falando sobre o quão difícil é nós seguirmos em frente com nossos erros. Ele afirma que não sabemos ver o lado positivo de errar. Os erros nos ajudam a seguir em frente, perceber nossa realidade, e são como um aprendizado, que nos levará a evitá-los a se repetir futuramente. Frederico nos fala que muitos pacientes se incomodam com essa culpa, este remorso de seus problemas, o arrependimento, mas muitas vezes, não veem o quanto o erro nos coloca em uma vida mais próspera, com mais paciência pela frente, buscando o perdão de nós mesmos, e em nosso crescimento pessoal. Nossos problemas são questões essenciais para o fortalecimento de nosso caráter, para que possamos crescer como pessoa, e que sejamos mais compreensivos, com nós mesmos, e com o próximo. Repórter Júnior: Hemily Vitória Cosme Dias Monitores: Emanueli Ovelar e Beatriz Fontoura
Profissionais discutem desafios e soluções em palestra sobre direitos, preconceitos e construção de vínculos familiares Nesta manhã de segunda-feira, quatro profissionais atuantes com projetos de adoção se reuniram em uma palestra para debater o papel das intervenções psicossociais no processo de adoção. As intervenções psicossociais envolvem práticas que articulam aspectos emocionais, comportamentais e sociais. Elas são aplicadas por profissionais como psicólogos, assistentes sociais e educadores, trazendo consigo o objetivo de promover o desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes, apoiar famílias vulneráveis ou em processo de adoção e cuidar da saúde psicológica diante de casos de abandono, violência ou discriminação. Além disso, essas práticas fortalecem vínculos de afeto e respeito à história e ao contexto de cada criança. Entrevistas individuais ou familiares, grupos terapêuticos e acompanhamento psicológico e social fazem parte dessas intervenções. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) reconhece crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, e as intervenções psicossociais são ferramentas fundamentais para garantir esses direitos na prática. Elas asseguram a convivência familiar e comunitária (comuns em casos de adoção), além de combater preconceitos e exclusões, especialmente de crianças negras, mais velhas ou com deficiência. Uma das prioridades dessas práticas é dar voz aos adolescentes, respeitando suas opiniões, afetos e visões de família. Durante o encontro, os participantes abordaram questões centrais que atravessam o processo de adoção no Brasil. Um dos temas mais sensíveis foi a adoção tardia, que envolve crianças mais velhas e adolescentes que permanecem por longos períodos em instituições. Os profissionais destacaram que a institucionalização prolongada pode afetar o desenvolvimento emocional e dificultar a construção de vínculos afetivos duradouros. Outro ponto levantado foi o racismo estrutural e os padrões estéticos que influenciam diretamente as escolhas de quem deseja adotar. Crianças negras, com deficiência ou fora dos padrões idealizados por muitas famílias acabam sendo ignoradas, mesmo estando aptas para adoção. “A cor da pele ainda é um fator que exclui, e isso precisa ser enfrentado com políticas públicas e formação de consciência”, afirmou uma das participantes. A conversa também trouxe à tona a prática de separação por grupos, em que irmãos são divididos ou crianças são categorizadas por idade e perfil, o que pode gerar impactos profundos na identidade e no sentimento de pertencimento. Os profissionais alertaram para a importância de respeitar os vínculos já existentes entre as crianças. Por fim, discutiu-se a pluralidade de visões sobre o que é família. Cada criança tem uma história e uma compreensão própria sobre afeto, cuidado e pertencimento. As intervenções psicossociais ajudam a construir pontes entre essas vivências e os novos laços familiares, respeitando o tempo e o desejo de cada um. Entre as soluções apontadas na roda de conversa, destacou-se a importância de capacitar profissionais que atuam com adoção, garantindo preparo para lidar com histórias complexas e promover vínculos afetivos reais. Os participantes também defenderam ações que ampliem o olhar da sociedade, valorizando crianças e adolescentes fora dos padrões idealizados. A roda de conversa reforçou a importância de olhar para cada criança como única, respeitando sua história e promovendo vínculos afetivos reais, sem idealizar crianças perfeitas – pois a verdade é que crianças e adolescentes desejam, acima de tudo, amor e uma família. Repórter Júnior: Endrick Rauan De Oliveira Aquino Monitores: Emanueli Ovelar e Beatriz Fontoura
Na manhã desta segunda-feira (20), a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) recebeu a palestra “O Incrível Mundo dos Rola-Bostas”, que apresentou de forma divertida e curiosa a importância desses pequenos insetos para o meio ambiente. Após o evento, o palestrante Marcelo conversou com a equipe do projeto Repórter Júnior, também realizado pela Universidade. Ele contou que o interesse pelos insetos começou ainda na infância. “Sempre gostei de insetos e assistia a uma série chamada Mini Monstros, que falava sobre invertebrados. Foi ali que começou minha paixão”, relembrou. Durante a entrevista, Marcelo explicou que os rola-bostas têm um papel essencial na reciclagem de nutrientes e na fertilização do solo. Isso acontece porque eles enterram as bolas de fezes no chão, o que ajuda a misturar nutrientes importantes, como o nitrogênio, e melhora a qualidade da terra. Ele também comentou que, em lugares como a África, esses besouros fazem tanta diferença que, sem eles, o acúmulo de fezes seria enorme. “O trabalho dos rola-bostas é tão eficaz que, se a espécie desaparecesse, estaríamos andando em fezes”, brincou Marcelo. A visão negativa sobre esses insetos vem mudando, principalmente entre os criadores de gado. A espécie Digitonthophagus gazella, por exemplo, foi introduzida em algumas áreas e tem ajudado bastante. “Quanto mais rola-bostas houver no pasto, menores serão os custos com o cuidado do gado, por causa dos benefícios que eles trazem para o solo e para o meio ambiente”, explicou o palestrante. A palestra terminou com muita curiosidade mostrando que até os insetos que lidam com fezes podem ser verdadeiros heróis da natureza. Repórter Júnior: Emilly Vitória Cordeiro Brites Monitores: Emanueli Ovelar e Beatriz Fontoura
No Laboratório de Zoologia, os estudantes dedicam-se ao estudo aprofundado dos animais desde os primeiros animais, desde os primeiros seres aquáticos até às espécies atuais. A Zoologia é a área da biologia responsável por investigar o mundo animal, é dividida em várias subáreas especializadas, cada uma voltada a diferentes grupos. Entre essas divisões, destacam-se a herpetologia, que estuda répteis e anfíbios, e a entomologia, voltada ao estudo dos insetos. Nessa última, os alunos aprendem a confeccionar e conservar caixas entomológicas, utilizadas para catalogar e analisar espécies. Outra prática importante realizada no laboratório é a taxidermia, técnica usada para conservar animais, como o jacaré mencionado pelos pesquisadores. Por meio da costura e de processos específicos de conservação, os exemplares são “eternizados” e utilizados para fins de pesquisa e ensino. O principal objetivo do Laboratório de Zoologia é fomentar a pesquisa científica sobre a origem, evolução e comportamento dos animais. Nele, os alunos estudam desde a evolução dos peixes e tubarões até o comportamento diferentes espécies, compreendendo melhor a vida animal se desenvolveu ao longo do tempo. Repórter Júnior: Catielly Silvério Monitores: Emanueli Ovelar e Beatriz Fontoura
Seleção de propostas de atividades científico-culturais vinculados ao Programa Institucional de Extensão VEM PRA UFMS para a XVII FETEC/MS e Integra UFMS 2025 EDITAL Nº 580/2025 – PROECE/PROAES/UFMS
Realizado desde 2017, o Integra UFMS é o maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do estado de Mato Grosso do Sul. O objetivo é reunir em um só local o resultado das atividades ligadas a Programa Institucional de Bolsas da Iniciação Científica (Pibic), Programa Institucional de Bolsas da Iniciação à Docência (Pibid), Programa de Educação Tutorial (PET), Extensão Universitária (Enex) e Empresas Juniores da UFMS e a Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (Fetec-MS).