Arborização na região do Anhanduizinho é destaque no último dia do Integra UFMS

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Hoje (25) chega ao fim a edição de 2024 do Integra UFMS, o maior evento científico do estado de Mato Grosso do Sul. O evento recebeu mais de 2000 projetos e pesquisas dos universitários, no Ginásio Moreninho, em Campo Grande. O estudante João Henrique Oliveira dos Santos do câmpus de Aquidauana da UFMS analisou a arborização urbana da região do Anhanduizinho na capital sul-mato-grossense. Para a análise ser feita, foi realizado um sorteio entre os bairros da região para escolherem quadras específicas para visita. Durante a coleta de dados, foram medidas as circunferências das árvores e aquelas com menos de 30cm eram desconsideradas. A pesquisa teve como principal objetivo o estudo das espécies presentes na área urbana da cidade, como também a saúde das árvores, se elas prejudicam calçadas, muros, trânsito, sistema de energia elétrica a fim de fornecer possíveis indicações à prefeitura para remoção e/ou substituição das árvores por espécies mais adequadas. Todos os dados coletados eram postados no app Arbo+, criado pelos estudantes de Informática da UFMS. Foram analisadas 434 árvores e identificadas 72 espécies diferentes, onde apenas 34 são nativas. A espécie oiti, originária da Mata Atlântica, teve o maior número de árvores espalhadas pela região. As dez com maior importância estão representadas no gráfico abaixo. Através dos dados, é possível ver que a região Anhanduizinho é muito biodiversa. Mas, João afirma que as espécies nativas ainda devem ter sua presença aumentada. Por fim, ele reforça que a análise pode auxiliar o Poder Público a melhorar a arborização da cidade, removendo/substituindo certas árvores para evitar conflitos com a urbanização, usando as espécies mais adequadas para as diferentes situações. Repórter Júnior: João Vito Queiróz


Integra UFMS 2024: encerramento da mostra de trabalhos acadêmicos

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O Integra UFMS, realizado nos dias 23 e 25 de outubro, foi um evento importante que reuniu estudantes, professores e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul para apresentação de trabalhos acadêmicos e de extensão. Durante esses dias, foram expostos projetos e pesquisas de diversas áreas do conhecimento, promovendo um ambiente de integração e troca de saberes entre os participantes. O evento contou com apresentações orais, pôsteres e painéis interativos, abordando temas inovadores e destacando avanços em diferentes áreas, como saúde, educação, meio ambiente, tecnologia, entre outros. Além disso, as atividades estimularam a interação e o engajamento dos estudantes através de debates oferecendo um espaço para networking e discussões sobre os impactos das pesquisas na sociedade. Essas iniciativas são essenciais para fortalecer a comunidade acadêmica, incentivar a pesquisa e ampliar a visibilidade dos projetos desenvolvidos na UFMS. O Integra UFMS foi uma oportunidade de aprendizado, colaboração e valorização do conhecimento científico para a comunidade interna e externa. Os estudantes Milena Alves da Silva, Bruno Costa Oliveira e Nathan Rodrigues Batista junto com a Coordenadora Jocely Gomes de Souza realizaram um projeto sobre “pH em Diferentes Substâncias de uso cotidiano”. O pH corresponde ao potencial hidrogeniônico de uma solução sendo determinado pela concentração de íons de hidrogênio (H+). É um indicativo do grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade de determinada solução. A apresentação utiliza uma escala que varia de 0 a 14, sendo definidas 0 à 6,9 soluções ácidas, 7 soluções neutras e 7,1 à 14 soluções básicas (alcalinas). O extrato de repolho roxo contém uma substância chamada antocianina, que é um pigmento natural responsável por sua cor roxa que em contato com soluções ácidas, as antocianinas presentes na verdura se tornam vermelhas, enquanto em soluções básicas, elas se tornam azuladas ou esverdeadas. O extrato de repolho roxo reage com as substâncias de acordo com o pH das mesmas, sendo um indicador eficiente, acessível e de baixo custo. Em contato com substâncias neutras a solução indicadora se mantém roxo, mas quando adicionado à substâncias ácidas ou básicas tem sua coloração alterada. “O pH das substâncias que usamos no cotidiano é fundamental para entender sua acidez ou alcalinidade, o que afeta desde a saúde do nosso corpo, como no caso de alimentos e produtos de higiene, até a eficácia e segurança de produtos de limpeza”, afirma a estudante Milena Alves da Silva. Repórter Júnior: Lohainy Goz Blanco


Transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) e as alterações bioquímicas do sistema nervoso

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Nesta quinta- feira (24), os estudantes de pós-graduação e graduação da UFMS apresentam suas pesquisas e trabalhos no Integra UFMS 2024, evento de Ciência, Tecnologia e Inovação. A acadêmica do curso de Medicina Manuela Ayres de Figueiredo traz a pesquisa “Transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) e as alterações bioquímicas do sistema nervoso.” O transtorno disfórico pré-menstrual é uma manifestação mais grave da TPM(Tensão Pré-Menstrual), atingindo cerca de 7% das mulheres em idade fértil e desencadeia sintomas da TPM de maneira intensa e mais duradoura, por conta de alterações bioquímicas no sistema nervoso, principalmente relacionadas a interação entre alopregnanolona e o sistema gabaérgico. As mulheres precisam ter ao menos cinco sintomas e passar por dois ciclos menstruais sendo um deles mais intenso entre dez dias da menstruação até o sangramento. Os sintomas vão incluir irritabilidade acentuada, autodepreciação, insônia ou hipersonia e aumento do apetite. Também há sintomas físicos, como: dores de cabeça, dores articulares, dores abdominais e sintomas depressivos e ansiosos. A pesquisa optou por estudar a TPDM por uma ótica psiquiátrica como metodologia. “Precisamos aumentar a pesquisa nesse âmbito para buscar e ajudar cada vez mais a chegar em um tratamento ideal”, afirma a estudante de Medicina. Repórter Júnior: Maria Luiza Oliveira


Integra UFMS 2024: Projeto de Pesquisa auxilia os felinos da Universidade

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  Nesta manhã (24), segue com uma rica programação de apresentações científicas e projetos inovadores da semana de inovação e pesquisa acadêmica no Integra UFMS 2024. Os trabalhos exibidos cobrem áreas, desde Ciências Exatas, Biológicas, da Saúde e até Ciências Humanas e Sociais. Estudantes de graduação e pós-graduação têm a oportunidade de mostrar os resultados de suas pesquisas e discutir soluções para problemas locais e globais. As estudantes Daniella Antunes e Jheniffer Souza, acompanhadas da coordenadora Taís Marina Tellaroli Fenelon realizaram um projeto sobre “Proteção Felina no Instagram: Educação Ambiental e Sustentabilidade”, que existe há mais de 10 anos na Cidade Universitária e tem como objetivo cuidar de forma voluntária dos felinos abandonados na universidade buscando o bem-estar animal, além de se dedicar à conscientização de alunos do ensino fundamental a respeito do abandono de animais. Como forma de divulgar o trabalho, foi criado nas redes sociais o Instagram @proteçãofelina.ufms a fim de apresentar informações e conteúdos relevantes sobre o trabalho desenvolvido. O Instagram conta com 2.022 seguidores e atua como um extensor do trabalho de conscientização da população através das informações compartilhadas, um importante espaço para o desenvolvimento de ações de uso e da educação ambiental com a ferramenta sobre cuidados com os felinos e a importância da castração. Nas redes sociais, o projeto ganha visibilidade e contribuições da comunidade interna e externa. “Por meio da educação ambiental evitamos a propagação de zoonoses, superpopulação e ainda maus-tratos promovendo a sustentabilidade para garantir um futuro melhor para os gatos e nosso planeta,”, afirma a estudante Taís Fenelon. Repórter Júnior: Lohainy Goz Blanco


Encerramento da FETEC MS 2024 marca o início do Integra UFMS: um novo capítulo de inovação e conhecimento

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  O encerramento da FETEC 2024 ocorreu nesta quarta-feira (23), a maior feira de ciências e tecnologia do Mato Grosso do Sul após três dias intensos de exposição e avaliação de projetos científicos no Ginásio Moreninho, na UFMS. Foi um grande sucesso, destacando-se pela participação de aproximadamente 600 alunos de diversas escolas públicas e particulares de Mato Grosso do Sul, com 346 projetos finalistas, também reuniu jovens cientistas para apresentar inovações em áreas como nanotecnologia, sustentabilidade e engenharias. As categorias de participação incluíram Fetec MS Júnior, Fetec Maker e Fetec Fundect, refletindo a diversidade de temas abordados, como ciências biológicas, saúde e tecnologias emergentes. Para esse encerramento, o coordenador da Feira desde 2011, Ivo Leite Filho parabenizou a comissão organizadora e todos os estudantes e parceiros que estiveram à frente da maior edição FETEC-MS. O professor já desenvolveu diversos projetos de iniciação científica na Rede Estadual de Mato Grosso do Sul e foi responsável por gerenciar o projeto de ampliação e reforma da exposição científica para promover a Feira de Ciências e Tecnologias. A semana científica continua com o Integra UFMS, que começará no dia 23 e se estende até dia 25 de outubro, um evento especial que celebra a chegada dos calouros e veteranos à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul pelo incentivo à ciência. Este é um momento único, onde os estudantes se encontram para compartilhar experiências e fortalecer a comunidade acadêmica, pensado para proporcionar a todos trocas de conhecimentos e, principalmente, integração.   Repórter Júnior: Lohainy Goz Blanco 


Cinema como reflexão social é tema de pesquisa apresentada no Integra 2024

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  Acontece na Cidade Universitária, em Campo Grande, MS, a edição de 2024 do Integra UFMS, maior evento científico de Mato Grosso do Sul. Desde segunda-feira (21), diversas pesquisas dos alunos dos campus da universidade espalhados pelo estado são expostas. O evento dura até esta sexta, 25 de outubro. A estudante de pedagogia Camila Ferreira do câmpus da UFMS de Aquidauana, levou o projeto de extensão “Criança/s e infância/s no cinema: possibilidades de des/ver conceitos” como tema para sua pesquisa apresentada nesta quarta (23) no Integra UFMS. A iniciativa utiliza filmes como base para palestras que unem o cinema com temáticas da Sociologia e Pedagogia. Um exemplo, citado pela pesquisadora, é o filme Barbie (2023) que utiliza a boneca para a discussão da pressão estética em meninas e mulheres. O projeto teve início em 2014, de modo presencial, onde eram exibidos os filmes completos. Desde 2020, o projeto acontece de maneira virtual, com exibição de trechos e trailers. A divulgação das palestras acontece através do grupo de Whatsapp do projeto. O link pode ser solicitado pelo e-mail camila_f@ufms.br e qualquer pessoa pode participar. Repórter Júnior: João Vitor Queiróz  


Capacitação técnica na área de cordas sinfônicas em Coxim

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  Na tarde de ontem dia (23), deu-se início ao maior evento de Ciência, tecnologia, inovação e Empreendedorismo de Mato Grosso do Sul, o Integra na Cidade Universitária. O evento é realizado com o propósito de reunir em apenas um local a conclusão das atividades ligadas ao Programa Institucional de bolsas da Iniciação Científica (Pibic), Programa Institucional de Bolsas da Iniciação à Docência (Pibid), Programa de Educação Tutorial (PET), Extensão Universitária (EXT) e Empresas Juniores da UFMS e a Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (Fetec-MS). Um dos projetos que encontramos por lá, foi da estudante Eliene Pereira dos Santos, seu objetivo consiste em preparar alunos de diversas faixa etárias, para oportunidades de emprego na cidade de Coxim (MS). Através de um programa de ensino de instrumentos de corda, o estudante propões aulas gratuitas de violoncelo, contrabaixo, viola entre outros com metodologia desenvolvido por SUZUKI (1946). “Suzuki acreditava que nós conseguimos aprender através do ouvir e da repetição e é um projeto muito bonito, eles participam em forma de cameratas em vários eventos da cidade”, acrescenta Eliene. Repórter Júnior: Débora Coelho Braz


Pesquisa e teste sobre combate ao Rhipicephalus Microplus (carrapato do boi)

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  Nesta tarde do dia 23 de outubro de 2024, ocorreu a primeira sessão do Integra (maior evento de ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo do estado de Mato Grosso do Sul). Um dos projetos apresentados foi do estudante de Medicina Veterinária da CPAR de Paranaíba, Arthur Gonçalves Martins, que visa combater o Rhipicephalus Microplus (carrapato do boi). O objetivo principal deste projeto é trazer soluções a agropecuária, com base na pesquisa feita sobre ilustrar a relação entre a agropecuária, o carrapato e a química verde como alternativas de compostos químicos para combater a resistência da praga e a combinação que mais se adequava as condições. O desenvolvimento foi dividido em seis partes. Primeiro foi feita a coleta dos carrapatos, depois eles passaram por procedimentos laboratoriais, preparação dos reagentes, imersão das larvas de carrapatos e, por fim, a análise da mortalidade e estatística. A combinação foi testada em três fazendas diferentes. Na primeira, foi feita com uma concentração de 5 mg de Spinosad, na qual obteve a eficácia de 100% de mortalidade, tanto isoladamente quanto em combinações, por conta da combinação tripla de Spinosad + Laurato de Sódio + Ácido Mirístico. Na segunda fazenda, também se mostrou muito eficaz, não houve sinergismo adicional significativo e na terceira não mostrou-se eficácia, apresentando um coeficiente negativo. Foi concluído que a eficácia varia de acordo com cada região e, em entrevista, Arthur diz que serão feitos mais testes com carrapatos adultos, e estudos sobre as localidades estudadas. Repórter Júnior: Ana Esther


Alunos de escola fundamental desenvolvem aplicativo que ajuda estudantes deficientes auditivos nos estudos

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Iniciativa LEM apresenta ferramenta de acessibilidade inédita na FETEC-MS Durante essa semana (21 a 26 de outubro) a FETEC-MS está sendo palco de pesquisas científicas de alunos de escolas públicas e privadas na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Dentre os trabalhos expostos, está o projeto LEM, criado pelos estudantes Lucas Chaia, Eduardo Corrêa e Marcelo Ricardo. Os pequenos cientistas desenvolveram um aplicativo que tem como objetivo auxiliar crianças surdas em seu desenvolvimento escolar. Os jovens idealizaram este projeto por conta do irmão mais novo de Eduardo, que é deficiente auditivo e utiliza aparelho auditivo. Por essa causa, o irmão mais velho, Eduardo buscou uma maneira de ajuda-lo em relação a seu aprendizado. Então, ele e seus amigos criaram um aplicativo que funciona de forma básica e intuitiva por meio de sons, imagens e letras. O aplicativo emite um toque e o usuário deve clicar na tecla correspondente ao som emitido, ao final será mostrado o número de acertos e erros. Marcelo comentou que o aplicativo ainda está na etapa inicial de desenvolvimento, mas que o objetivo é introduzi-lo primeiramente em sessões de terapia auditiva. “Caso esse projeto apresente bons índices de ajuda, futuramente podemos implementar em escolas para que ofereçam suporte a pessoas com essa deficiência”, finaliza o estudante. Repórter Júnior: Ana Costa


Impacto do sono no aprendizado é uma das pesquisas finalistas da FETEC-MS

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  Começa hoje, 21 de outubro, a semana científica do Integra UFMS 2024, evento de Ciências, Tecnologia e Inovação, que se estende até 25 de outubro. O estudante Pedro Antônio Vilerá Feitosa é um dos pesquisadores que está apresentando no evento o trabalho: “Impacto do sono no aprendizado e a cognição das crianças e adolescentes” dentro da feira protagonizada por alunos do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas e privadas, a FETEC-MS (Feira de Tecnologia, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul). O distúrbio de sono está cada vez mais presente em adolescentes e crianças, graças ao aumento de telas que prejudica o sono e aprendizado dos estudantes. Como apresentado pelo estudante, esse cenário estimula comportamentos mais violentos, ansiosos e depressivos pela falta de sono nos jovens, o que não prejudica somente os estudos como também as atividades cognitivas, como a capacidade de decorar, memorizar, e o processamento de informações do cérebro. De acordo com National Center for Biotechnology Information, o sono é uma área neurocientífica, ou seja, apresenta várias funções cerebrais. Uma parte dele é o chamado sono REM (rapid eyes moviment), um movimento rápido dos olhos, que dura cerca de 40 a 30 minutos e é responsável pela recuperação de energia do corpo. A pesquisa aborda um tema atual que vem impactando cada vez mais jovens. Repórter Júnior: Maria Luiza Oliveira


INTEGRA 2023

Realizado desde 2017, o Integra UFMS é o maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do estado de Mato Grosso do Sul. O objetivo é reunir em um só local o resultado das atividades ligadas a Programa Institucional de Bolsas da Iniciação Científica (Pibic), Programa Institucional de Bolsas da Iniciação à Docência (Pibid), Programa de Educação Tutorial (PET), Extensão Universitária (Enex) e Empresas Juniores da UFMS e a Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (Fetec-MS).

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