UFMS divulga informações sobre programas de mestrado em Ciências Contábeis e Administração Pública

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Durante uma apresentação sobre os programas de pós-graduação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), os coordenadores Antônio Zanin e Wilson Ravelli compartilharam detalhes sobre os mestrados em Ciências Contábeis e em Administração Pública (PROFIAP), voltados a quem deseja continuar os estudos após a graduação. O professor Antônio Zanin, coordenador do Mestrado em Ciências Contábeis, explicou que o programa possui duas linhas de pesquisa: Controle Gerencial e Contabilidade Societária e Finanças. “Estamos aqui representando o mestrado em Ciências Contábeis para tirar dúvidas de possíveis candidatos, considerando que o mestrado é uma etapa que vem na sequência da graduação. O edital de seleção para os novos mestrandos será aberto em breve, com ingresso previsto para 2026″,afirmou Zanin. Ele destacou ainda que os interessados devem escolher a linha de pesquisa no momento da inscrição, além de apresentar um pré-projeto, indicando a área de intenção de pesquisa. Já o professor Wilson Ravelli, coordenador do PROFIAP — Mestrado Profissional em Administração Pública —, explicou que o programa é desenvolvido em rede nacional, reunindo cerca de 40 universidades, que compartilham disciplinas, informações e experiências. “É uma oportunidade muito rica para quem atua ou deseja atuar na área da administração pública. Trabalhamos, principalmente, com servidores de institutos e universidades federais, buscando soluções práticas para os desafios das organizações públicas”, ressaltou Ravelli. O coordenador também explicou que o processo seletivo do PROFIAP utiliza o Teste ANPAD como forma de ingresso. O teste acontece quatro vezes ao ano — e, neste ano, teremos cinco edições. A próxima será em novembro. “O exame, realizado de forma online, tem validade de dois anos e exige nota mínima de 50 pontos para participação no processo seletivo”, detalhou. Com isso, a UFMS reforça seu compromisso em oferecer formação acadêmica de qualidade e oportunidades de especialização para profissionais que buscam aprimorar seus conhecimentos nas áreas de gestão, contabilidade e administração pública. Texto: Catielly Silvério Pereira (Repórter Júnior)


Reabilitação de Idosos através da Recreação Aquática

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A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) promoveu um minicurso sobre Recreação Aquática, com atividades leves e dinâmicas que mostraram como a água pode ser usada de diferentes formas para promover saúde, lazer e integração. A professora Cláudia Diniz, responsável pelo minicurso, explicou o tema de maneira lúcida e divertida, utilizando brincadeiras com balões de água para demonstrar que a recreação aquática não precisa necessariamente de uma piscina, mas sim da criatividade e do movimento. Durante a atividade, os participantes realizaram dinâmicas que estimulavam coordenação, equilíbrio e cooperação, como jogar o balão com uma mão e o colega pegá-lo com a outra, além de agachar e lançar o balão de volta. Para finalizar, a professora propôs uma animada brincadeira de “caça à bandeira com balões de água”, promovendo interação e diversão entre todos. Segundo Cláudia Diniz, a recreação aquática é para todos, podendo ser adaptada para diferentes faixas etárias e necessidades. A partir dessa ideia, o enfoque do minicurso mostrou como essas práticas podem ser aplicadas na reabilitação de idosos, auxiliando na melhora da mobilidade, na redução de dores articulares e no fortalecimento muscular de forma segura e prazerosa. O evento destacou a importância de unir saúde, movimento e socialização, reforçando o papel da água como uma ferramenta terapêutica acessível e eficaz para promover o bem-estar na terceira idade. Texto: Endrick


Oficina de recreação aquática movimenta alunos na UFMS

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Na tarde da última quarta-feira (22), os alunos da UFMS participaram de uma oficina sobre recreação aquática dentro e fora da piscina. A atividade foi conduzida por Cláudia Diniz, e teve como objetivo promover interação, aprendizado e momentos de diversão. Durante a oficina, os participantes realizaram dinâmicas com sacolinhas, voltadas para o fortalecimento da coordenação motora. Em seguida, o grupo foi para a área externa, onde aconteceram brincadeiras com balões de água, tornando o aprendizado lúdico e leve.  A professora destacou que a recreação aquática é uma ferramenta importante para o desenvolvimento físico, motor e social, com benefícios ainda mais evidentes em pessoas atípicas.  “Já trabalhei em ambiente escolar com pessoas com Síndrome de Down e TDAH, então é uma ferramenta extremamente importante”, relembrou. Além disso, ela explicou que as atividades fora da piscina ajudam quem tem medo da água, estimulando a confiança e o encorajamento por meio de dinâmicas acessíveis e divertidas. A oficina mostrou que a recreação aquática vai muito além da diversão: é um instrumento de inclusão, aprendizado e desenvolvimento para todos. Texto: Emilly Kauanny Queiroz Santos


Cuidados para crianças em ambientes aquáticos: dicas para a segurança dos menores

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As crianças não enxergam o perigo que estão correndo ao ficarem sem supervisão em áreas aquáticas. As crianças não são irresponsáveis, mas como vulneráveis e com sua compreensão limitada aos perigos da água. A responsabilidade cabe aos adultos, para que se atentem a segurança aquática infantil dos menores, que tem a obrigação de os observar de forma constante e ativa.  Para que você fique despreocupado, certifique-se que a piscina, ou praia em que você esteja localizado, tenha à supervisão de salva-vidas, para que possa se tranquilizar, mas mesmo assim, manter a segurança. Temos outros tipos de cuidados que devemos ter com as crianças, se atentando ao protetor solar, a roupa de banho adequada, a proibir brincadeiras que podem ser prejudiciais, e ao uso de colete salva-vidas, cujo os adultos, devem se certificar do uso. Mesmo o menor sabendo nadar, ele pode correr os riscos, então, tome todas as prevenções, para que possa deixar um ambiente seguro, sem riscos. Texto: Hemily Vitória Cosmes Dias 


John Peter Berger

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John Peter Berger foi um crítico de arte, romancista, pintor e escritor inglês. Nascido em 1926 em Londres, possuía pelo menos 40 anos de carreira e 3 filhos. Berger começou sua carreira como pintor, exibindo seus trabalhos em várias galerias no final dos anos 1940. Aos 30 anos, decidiu deixar de pintar para dedicar-se completamente à escrita, não porque duvidava de seu talento como pintor, mas sim pela urgência da situação política em que vivia, que parecia requerer sua escrita. Em 1958, John publicou seu primeiro livro, “A Painter of Our Time”, que narra o desaparecimento de Janos Lavin, um pintor ficcional exilado da Hungria. Outro de seus livros foi “Olhares e saberes em Modo de Ver” publicado em 1972. O livro e a série de TV de John, exploram como a forma é e como vemos as coisas moldadas por nosso contexto social e cultural, criticando a arte tradicional e a publicidade. O autor escrevia romances, ensaios, artigos na imprensa, poesias e guias de cinema junto a Alain Tanner. Embora com o passar dos anos tenha tomado uma certa distância das antigas posturas políticas, como por exemplo em relação ao seu apoio ao regime soviético, recentemente terminou um de seus artigos, intitulado “Onde achar nosso lugar” que foi publicado em A Jornada, e afirmava que, “Sim, entre muitas outras coisas, continuo sendo marxista. Texto: repórter júnior Loren Karolina


Curta-metragem “Interlúdio”, produção nacional que não dá espaço para personagens femininas rasas

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Dirigido por Julianne Borges, com roteiro da própria e de João Pedro Felix, a obra se destaca por romper com o estereótipo denominado “Síndrome de Smurfette” O curta de 2023 acompanha um trecho da vida de dois personagens e a visão de cada um sobre o relacionamento que tiveram. Enquanto Eduardo era um cara extrovertido e somente um moleque que não enxergava defeitos no relacionamento, Camila, por sua vez dois anos mais velha, estudante de Arquitetura e amante de MPB, era também uma garota introvertida que guardava tudo para si até o momento em que já não aguentava mais. Mostrando ser uma personagem cheia de camadas criada cooperativamente por diferentes pessoas que colocaram um pouco das próprias vivências, mas com uma linha de pensamento muito bem estabelecida. Na visão de cada um é destacado como eles se sentiam no relacionamento, em cenas de como Eduardo enxergava tudo aquilo, eles estavam mais próximos um do outro. Enquanto na visão dela dos mesmos momentos vividos, tudo estava mais frio, o afastamento era perceptível aos olhos. Na cena que evidência a troca de pontos de vista é possível notar que quando Eduardo enxergava Camila, ela estava usando uma blusa de frio, algo que remete a conforto e segurança, logo em seguida quando já não estavam mais juntos, ela está sem a blusa. Para cada um dos personagens, características específicas foram criadas. Na fotografia, a direção artística utilizou cores para representar cada personagem: onde Camila foi associada ao verde e Eduardo como ao vermelho, cores opostas complementares no círculo cromático, uma mais intensa e a outra fria. Detalhes como esses foram adicionados para passar essa ideia muito bem, mostrando também em uma das cenas finais, a silhueta de cada um com suas respectivas cores, com feixes da luz da cor oposta refletindo nas costas do outro, representando que cada um ficará marcado na vida do ex-parceiro(a). “Interlúdio” mostra que nem tudo precisa ser como “(500) dias com ela”, que o fim de um relacionamento não exige vilões. Camile queria somente estudar fora, se formar, enquanto João ainda não tinha maturidade, mas nenhum deles é o real culpado por não darem certo, foi a falta de comunicação e divergências em pensamentos que os afastaram e consequentemente os separaram. Com a Camile não sendo colocada como uma vítima, ou como um objeto afetado por Eduardo, ela se desenvolveu de maneira realista e autônoma. Repórter Júnior: Marcos Antonio Lopes Monitores: Emanueli Ovelar e ⁠Beatriz Fontoura


Os curtas-metragens do cinema

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Matando curiosidades sobre curtas-metragens Na manhã desta terça-feira (21), a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) ganhou uma palestra sobre “Os curtas-metragens do cinema”, que apresentou de forma clara e interessante o que é um curta-metragem e como ele funciona. Após o evento, a palestrante e seu grupo conversou com a equipe do projeto Repórter Júnior, que também é realizado pela Universidade. Ela contou que o interesse veio quando decidiu entrar na área de audiovisual que era novidade na faculdade. “Eu entrei por curiosidade e queria saber como era”, disse se lembrando. Ao passar da entrevista, ela explicou o que é um curta-metragem. “Um curta-metragem  são filmes de aproximadamente 15 a 40 minutos de duração, com intenção de estética, informativa, educacional ou publicitária, exibido como um complemento de programa cinematográfico e filmes”. Ela também falou como funciona: “funciona como um filme completo, mais de forma concisa. Seu andamento envolve todas as etapas de produção cinematográfica: pré-produção, produção e pós-produção, mas com o foco na economia de recursos para criar uma história impactante dentro de um tempo limitado”. A palestra logo chegou ao fim com muitas pessoas interessadas pela área e como qualquer um pode criar seu filme. Repórter Júnior: Jullia Clara Quintino Lopes Monitores: Emanueli Ovelar e ⁠Beatriz Fontoura


Silvia Federici: Quais suas ideologias de acordo com seus livros

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Silvia Federici, escritora, famosa por seus livros, mas o que teria em seus livros para nos interessarmos dessa forma? Silvia sempre foi conhecida por seus lados políticos, sendo uma feminista, anticapitalista, marxista, entre outros. Silvia Federici comenta como os movimentos feministas devem ser coletivos, alegres e não apenas algo irrelevante, criticando a exploração das mulheres no capitalismo e o patriarcado, que desfavorecem o trabalho reprodutivo e doméstico não remunerado, realizado majoritariamente pelas mulheres. Indo para mais falas da mesma, temos que Silvia Federici diz muito o quanto o capitalismo desfavorece as mulheres no ramo trabalhista. Em seu próprio livro Calibã e a Bruxa, ela reinterpreta a história do desenvolvimento capitalista, mostrando como a exploração do trabalho feminino não remunerado é fundamental para a acumulação de capital. Puxando ainda mais para sua escrita, temos muitos livros que citam sobre diversos problemas de nosso patriarcado como o racismo, que em sua fala, é um mecanismo dependente ao sistema capitalista, essencial para dividir e controlar a classe trabalhadora. Seus livros e falas são importantes na história do pensamento e do ativismo de esquerda, além de seus pensamento marxista. Ela cita em seu livro Calibã e a Bruxa, o nome de Karl Marx, argumentando que o mesmo ignorou o papel do trabalho reprodutivo subjugado das mulheres no processo de produção e força capitalista. Ele teria focado apenas no trabalho assalariado, em maioria masculina. Silvia Federici participou de muitas entrevistas e, nelas, pudemos ver seus pensamentos através da fala. Irei citar duas de sua frases: em “o que eles chamam de amor, nós chamamos de trabalho não remunerado”, Silvia diz que enquanto nós trabalhamos em nossas atividades domésticas, veem isso como um trabalho invisível, uma expressão de afeto, mas por outros olhos, ela vê que esse trabalho é essencial para o sistema em que vivemos. Em “a violência é uma constante na vida das mulheres no capitalismo”, podemos notar que ela quer dizer que o sistema capitalista depende e se beneficia da subjugação e da exploração do corpo e do trabalho feminino para sua própria reprodução e expansão. Pudemos ver quanto sua opinião política é um pensamento sólido e bem estruturado, vemos o quanto Silvia se dedica a isto. Tudo que está em nossa notícia sobre Silvia Federici está citado e explicado detalhadamente em seu livro Calibã e a Bruxa. Texto: Hemily Vitória Cosme Dias Monitores: Emanueli Ovelar e ⁠Beatriz Fontoura


Entre Nietzsche e Heidegger: quando a verdade deixa de ser verdade

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Em um tempo em que as redes sociais moldam realidades e a palavra “verdade” parece cada vez mais frágil, um minicurso realizado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) levantou uma questão que atravessa séculos: o que é, afinal, a verdade? O encontro, intitulado “Nietzsche e Heidegger: o problema da verdade”, foi conduzido pelos professores Dr. Fabrício Santiago e Dra. Nathalia Claro, e reuniu estudantes e curiosos da filosofia para revisitar dois dos pensadores mais influentes e desafiadores da modernidade. Durante a atividade, os professores apresentaram como Friedrich Nietzsche e Martin Heidegger romperam com a tradição que via a verdade como algo fixo, eterno e absoluto. Nietzsche, por exemplo, enxergava a verdade como uma invenção humana, criada por necessidade moral e social. “As verdades são ilusões das quais se esqueceu que o são”, dizia o filósofo, sugerindo que vivemos cercados por interpretações, não por fatos imutáveis. Heidegger, por outro lado, foi além. Ele não negou a verdade, mas mudou sua forma de compreendê-la. Para ele, a verdade é um processo de desvelamento – um deixar-aparecer. Chamou isso de aletheia, termo grego que significa “não-escondido”. Nesse sentido, a verdade não é o espelho da realidade, mas a maneira como o ser se mostra a nós, aqui e agora. Os professores também provocaram o público com perguntas que vão muito além da sala de aula: “De onde vem a possibilidade de dizer que algo é verdadeiro?” “O que acontece quando o ser humano prefere a ilusão ao desvelamento?” Essas reflexões, mais do que conceitos teóricos, apontam para um debate essencial no mundo contemporâneo: a crise da verdade. Em meio a fake news, crenças polarizadas e informações fabricadas, o pensamento desses filósofos se torna atual e incômodo. No fim, o minicurso não ofereceu respostas prontas – e talvez essa seja sua maior lição. Nietzsche e Heidegger lembram que a verdade nunca foi um objeto a ser possuído, mas um caminho a ser trilhado. Um caminho que exige coragem para olhar o que está por trás das aparências e humildade para admitir que, muitas vezes, o que chamamos de “verdade” é apenas o espelho das nossas próprias ilusões. Repórter Júnior: Endrick Rauan De Oliveira Aquino Monitores: Emanueli Ovelar e ⁠Beatriz Fontoura


Curta-metragem universitário, portas para o cinema brasileiro

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Na manhã desta terça-feira (21), o curta-metragem “Interlúdio”, produzido em 2023 por universitários da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), foi exibido durante uma palestra conduzida pela ex-estudante Juliane Borges. A produção conta uma história de romance, narrada sob o ponto de vista dos próprios personagens, explorando emoções e olhares de forma sensível. “A parte mais desafiadora do processo foi mostrar o que os personagens estavam sentindo de um jeito visual, sem deixar tudo muito óbvio”, contou Juliane. Apesar de não estar disponível em plataformas digitais, o curta já foi exibido em festivais em Goiás e em mostras dentro da UFMS. “Durante o horário do almoço, nas terças e quintas, o pessoal costuma exibir seus próprios curtas ou outras produções de cinema independente”, explicou a palestrante. O curso de Audiovisual da UFMS, criado em 2019, vem ganhando cada vez mais popularidade entre os estudantes. As aulas abordam diversas áreas do cinema e da produção visual, estimulando a criatividade e a prática artística. Projetos como Interlúdio mostram a importância da produção universitária e do cinema independente para o crescimento e reconhecimento do cinema brasileiro. Repórter Júnior: Emilly Vitória Cordeiro Brites Monitores: Emanueli Ovelar e ⁠Beatriz Fontoura


INTEGRA 2023

Realizado desde 2017, o Integra UFMS é o maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do estado de Mato Grosso do Sul. O objetivo é reunir em um só local o resultado das atividades ligadas a Programa Institucional de Bolsas da Iniciação Científica (Pibic), Programa Institucional de Bolsas da Iniciação à Docência (Pibid), Programa de Educação Tutorial (PET), Extensão Universitária (Enex) e Empresas Juniores da UFMS e a Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (Fetec-MS).

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