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Cobertura do Integra UFMS

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A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul conta com mais de mil trabalhos sendo apresentados no Integra 2022 O Integra da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) irá ocorrer no Moreninho entre os dias 24 a 28 de outubro. É um evento científico que surgiu em 2017 com a finalidade de apresentar e aproximar os discentes,  ter contato com a tecnologia e ciência através dos ofícios sendo apresentados pelos acadêmicos de todo estado. Além do evento, alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas e privadas irão cobrir as apresentações por meio do Repórter Júnior, projeto de extensão do curso de jornalismo que conta com o apoio da Empresa Júnior Brava. De acordo com o relato da estudante de jornalismo e membro da Ej Brava, Maria Luiza Massulo, o Integra é de extrema importância pelo fato dos trabalhos serem apresentados ao público e compreender o funcionamento deles. “O principal objetivo é aproximar as pessoas da ciência”, diz a universitária. O evento coloca em prática a ciência, tecnologia e o empreendedorismo em um só lugar, por isso é considerado o maior do estado do Mato Grosso do Sul.  Quer saber mais sobre o assunto? Acesse Integra.ufms.br  Texto: Maira Luiza Weiler Rodrigues e Camily Vitória Ferreira Benitez – Repórteres Júniores  


Repórteres Juniores fazem a cobertura do Integra UFMS

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O evento Integra da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) é a maior feira científica do estado e apresenta diversos trabalhos produzidos por universitários de 24 a 28 de outubro. Com a participação do projeto Repórter Júnior na feira, um programa que aproxima os estudantes de escolas públicas e privadas da capital com a UFMS e universitários do curso de jornalismo, ampliando assim a informação e o interesse dos alunos pela notícia e conhecimento. Os integrantes vão entrevistar e fazer uma cobertura sobre os trabalhos que mais chamam sua atenção. Maria Luiza de 20 anos, universitária do curso de jornalismo na UFMS e membra da Empresa júnior Brava esclarece as dúvidas dos repórteres juniores e fala sobre as altas  expectativas para a feira. “Estou ansiosa para ver os trabalhos deste ano”, declara ela. Texto: Anna Luiza Oliveira – Repórter Júnior


Aprofundamento à vida acadêmica no Integra

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Abertura dos portões da Cidade Universitária para o evento de ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo O Integra da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) é um evento anual que reúne estudantes para a apresentação de trabalhos científicos de todas as áreas. Tais apresentações ocorrem entre os dias 24 a 28  de outubro e oferecem pautas diversificadas, criando uma comunicação frequente sobre cultura e ciência. Contando com a participação da Empresa Júnior BRAVA no projeto de extensão, o Repórter Júnior tem o objetivo de aproximar alunos e professores do ensino fundamental e médio de escolas públicas e privadas  de Campo Grande da comunicação e do jornalismo. Os repórteres juniores tiveram oficinas voltadas para vídeo, rádio, mídias sociais, texto e foto, e durante a semana do Integra irão cobrir os trabalhos apresentados.  Lara Bellini e Maria Luiza Massulo, membras da EJ Brava, pontuaram  a importância contínua de projetos como o Repórter Júnior e o Integra. Ambas concordam com o fato de que a criação de programas caracterizados pela interação é extremamente benéfica à vida acadêmica, assim como acreditam que a volta dos mesmos após a pandemia de COVID-19 será vultoso e favorável ao público interno e externo. A interação extrínseca com os membros da universidade cria uma iniciativa de inclusão à vida universitária. Com foco nos estudantes, o Repórter Júnior oferece isso de maneira aditiva tanto à vida do aluno, quanto aos estudantes da UFMS. Texto: Nathália Angelo Paschoarello – Repórter Júnior           


Trabalho no Integra aborda “pobreza menstrual”

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O Integra UFMS é o maior evento de ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo do estado de Mato Grosso do Sul. Nele, estão sendo apresentados resultados de projetos realizados por acadêmicos da UFMS. Neste ano, as alunas Bruna Tainá M.F. Matos, Brenda Vital de Oliveira, Jean Ribeiro Leite e Soraya Solon trouxeram o tema “pobreza menstrual e adolescência”. Elas falaram que a pobreza menstrual está relacionada à situação de vulnerabilidade social que muitos jovens, adolescentes e mulheres adultas vivem no mundo. Também falaram que essas condições seriam caracterizadas pela ausência de infraestrutura. Ou seja, várias mulheres não têm o acesso à higiene necessária para esse período. Elas disseram que essas mulheres utilizam, muitas vezes, pedaço de pano, papel, jornal, miolo de pão para conter o sangramento e, dessa forma, elas podem adquirir algumas doenças. Desse modo, iniciaram uma ação de extensão no dia 28 de maio (dia da higiene menstrual) como objetivo de levar a informação desse projeto. Texto: Ana Clara Viali – Repórter Júnior 


Pesquisa analisa pessoas que vivem com úlcera venosa em Três Lagoas

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Os objetivos dessa avaliação foi analisar a capacidade funcional de idosos que convivem com a úlcera venosa em Três Lagoas, que é um tipo de ferida que surge mais frequentemente nas pernas, principalmente no tornozelo, devido à insuficiência venosa, o que leva ao acúmulo de sangue e rompimento das veias e, consequentemente, ao surgimento de feridas que doem e não cicatrizam, além de inchaço na perna e escurecimento da pele. A pesquisa foi feita de modo observacional transversal. Estudos transversais ou de prevalência têm por foco populações bem definidas. A pesquisa foi feita com 35 pessoas com idade de 60 anos ou superior a essa idade; ficaram de fora pessoas que fizeram amputação parcial ou total dos membros. A data de coleta desses dados foi entre agosto a dezembro de 2020. Para avaliar a incapacidade funcional e grau de independência, foram utilizados o questionário ‘late life function” e “disability instrument” , que é uma incorporação de componentes de funcionalidade e de incapacidade para avaliar idosos da comunidade, na avaliação de qualidade de vida o questionário “friburg life quality” (é um questionário específico que analisa a qualidade de vida de pessoas com feridas, sendo composto por vinte e quatro itens e seis domínios: sintomas físicos, vida diária, vida social, bem-estar psicológico, tratamento e satisfação). Já a qualidade de vida e a funcionalidade foram correlacionadas através da correlação de “sperman” (é uma medida não paramétrica da correlação de postos, é usado principalmente para análise de dados). Esses foram os seguintes resultados da pesquisa: 80% tinham idade entre 60 à 79 anos; 62,8% disseram morar só; 48,6% tiveram um ou dois episódios de úlcera venosa; 80% tratam a infecção com antibióticos ou pomadas e cremes. Os resultados finais constataram dificuldades na realização de tarefas individuais, sociais e comunitárias no caso da capacidade funcional e qualidade de vida, entre a dificuldade na realização de tarefas que envolviam nível alto de capacidade física e resistência. Com base nessas informações foi concluído que a úlcera venosa interfere de modo negativo na vida das pessoas idosas e que se relaciona com as atividades diárias. Ou seja, conforme a pessoa se esforça cada vez mais quando nova corre o risco de quando ficar idosa não conseguir realizar seu trabalho de forma positiva pois correra o risco da varicosa interferir no seu dia a dia. Texto: Camily Vitória Ferreira Benitez – Repórter Júnior


História “mememorável”

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Os memes são muito comuns na era digital como fontes audiovisuais para se compartilhar uma ideia. Ferramentas ‘viralizadas’, que ao se indicar seu impacto, é inevitável a representatividade e comicidade entre os usuários na internet. Por isso, sua aplicação no ensino é a proposta do projeto “Memes em sala de aula”, como uma nova metodologia para aproximação de realidades que correlacionam o saber histórico e cultura juvenil. Sobre seu impacto no mundo contemporâneo, o projeto apresentado no Integra 2021 visou sua pesquisa em relação a matéria de História e foi idealizado por estudantes do grupo de Residência pedagógica do curso de história da UFMS, no Campus de Três Lagoas. Bárbara Carvalho Nogueira, Andresa Fernanda da Silva e Ana Julia Dantas Correia analisam uma nova maneira de se trabalhar o ensino da História ao encontro com a cultura jovem. O projeto foi orientado pela Professora Dra. Mariana Esteves de Oliveira e visou estimular o engajamento e a interação dos alunos na formação educacional, a partir dos “memes” com uma linguagem simples e divertida. A pesquisa foi realizada entre as escolas estaduais Afonso Pena e Bom Jesus em Três Lagoas de forma remota, e contou com a participação de Leandro Marim, curador e fundador da página “História no Paint”, que soma quase 300 mil seguidores nas redes. Assim, o uso dos “memes” como instrumento pedagógico viabiliza uma alternativa de método de ensino na fusão das áreas culturais, científicas e tecnológicas. A participação dos estudantes exigiu conhecimentos prévios para interpretação, além de sua introdução aos assuntos de História ampliar sua participação. O trabalho envolveu múltiplas áreas do saber, adquirindo caráter transdisciplinar para a construção do “meme” como instrumento no ensino de História. Texto: Mariana Azevedo – Repórter Júnior


Trabalho apresenta efeito da cheia e seca do Pantanal

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Aprendemos que, por ser uma planície sazonalmente inundável, o Pantanal se caracteriza pelo ciclo de seca e cheia (pulso de inundação). As plantas e os animais são adaptados às suas enchentes e secas anuais. Durante esta fase, as queimadas inadequadas e incêndios na região acentuam ainda mais o estresse dos animais. As chuvas periódicas são as principais responsáveis pelo transbordamento dos rios e lagoas que modificam constantemente a paisagem pantaneira. Nas últimas décadas, essas mudanças têm sido observadas em curtos espaços de tempo e de forma mais intensa; desequilíbrios ecológicos provocam alterações nos regimes pluviométricos, originando secas extremas em alguns lugares e intensas enchentes pontuais em outros. Mas de forma geral espera-se que, no decorrer dos anos, as chuvas tornem-se cada vez mais escassas, prolongando os períodos secos. Texto: Bianca da Silva – Repórter Júnior


Bullying em tempos de pandemia

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No atual cenário mundial, a pandemia do novo coronavírus se alastrou pelo mundo e obrigou a sociedade a se adaptar a uma nova realidade na qual tiveram que se isolar, afetando a saúde mental das pessoas. Diante disso, inúmeras pessoas passaram a sofrer com problemas psicológicos devido à insegurança e ao isolamento social por um grande período. Fabiane Aparecida da Silva Duarte, Fábio César Charlie, Gleison Mauro Almeida Ribeiro, Debora Cristina dos Santos França, Rosangela Villa e Roseane Limoeiro, responsáveis pelo trabalho, pensaram em como poderiam trabalhar assuntos que envolvem a saúde mental nas aulas remotas. Então, o grupo resolveu abordar um assunto que afeta o psicológico de jovens e adultos já muito antes da pandemia: o bullying. O bullying é um assunto muito delicado que não deve ser esquecido. Ele destrói vidas e faz com que o colega sinta humilhação de si mesmo. Ele não está envolvido somente nas escolas, mas em todo lugar; para todos os lados, até em redes sociais. A internet virou uma terra sem lei onde você pode entrar, ofender e escrever palavras preconceituosas e sair totalmente impune. O objetivo do trabalho produzidos pelos acadêmicos é despertar e orientar as crianças, alertando o mal que o bullying causa aos colegas para que elas possam crescer desenvolvendo em si um espírito de cidadania respeitosa, que respeita as diferenças, particularidades, características, desigualdades e gêneros, pois, se você quer respeito, tem que dar o respeito – um gera o outro. No final, os acadêmicos solicitaram para cada aluno uma produção de podcast, compartilhando, assim, o que eles puderam absorver ou experimentar desse conteúdo tão importante na atualidade. Texto e foto: Maira Luiza Weiler Rodrigues – Repórter Júnior 


A influência da sazonalidade na vida das abelhas Apis Melífera africanizadas

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Esse trabalho foi desenvolvido com o intuito de fazer uma avaliação sobre a vida das abelhas Apis Melíferas, com sazonalidade no desenvolvimento populacional e o comportamento de higienização. O desenvolvimento aconteceu no município de Terenos-MS, tendo 10 enxames. Foram fotografados dois favos de cria fechados em uma área quadriculada, para a análise do desenvolvimento populacional delas. Então para observação do comportamento higiênico dessas abelhas, os pesquisadores viam as colmeias mensalmente, já que eles usaram duas áreas de 100 células de crias operculadas. Uma das colmeias foi perfurada com alfinetes entomológicos e a outra não, ficando assim intacta. Um dia completo após o teste, os quadros foram fotografados para a análise das porcentagens de retiração de cria. Baseando-se no resultado da avaliação do comportamento higiênico das colmeias, as que mostraram mais de 80% de retiração de crias foram classificadas como muito higiênicas. Mensalmente os dados obtidos para a análise do comportamento higiênico de cada colmeia, foram examinados por meio de uma técnica de análise de variâncias (ANOVA). Entre as 10 colmeias apenas cinco apresentaram um grande comportamento higiênico, com mais de 80,74% das crias perfuras sendo retiradas; e 5 mostraram um nível baixo de comportamento higiênico, com menos de 70, 84% de remoção. Dessa forma as medidas de área de cria fechada para as colmeias com alto e baixo comportamento higiênico, foram então, respectivamente, 840 e 740 cm² no verão, 734 e 596 cm² no outono; 956 e 1025 cm² na primavera; e de 642 e 756 cm² no inverno (todas com p maior que 0,05). Então não houve alterações na quantidade de quadros de alimento ocupados por abelhas nas colmeias ao decorrer do ano. Com os dados levantados, por meio desse estudo podemos dizer que a sazonalidade não influencia o comportamento higiênico das colmeias, sendo este predominantemente relacionado à expressão gênica das abelhas. Texto: Samuel Correia – Repórter Júnior


O Livro Absoluto – O Pequeno Príncipe e a Pedagogia

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O Pequeno Príncipe, livro de Antoine de Saint-Exupéry, é uma das obras mais traduzidas do mundo, o que leva ao apelido de “Livro Absoluto” – o livro lido por aqueles que só leram um livro -. Nele, é contada a história de um aviador que acaba no deserto após seu avião cair, e encontra assim um pequeno menino de cabelos dourados. O livro narra a jornada dos dois rapazes e a vida do garoto, que ensina lições valiosas para o senhor. A cada página, surge uma surpresa diferente em relação às histórias contadas, que trazem à tona verdades que precisam ser ouvidas de um jeito leve e ilustrativo. E foi esse o livro escolhido para apresentar uma nova proposta pedagógica. Em “A Obra O Pequeno Príncipe de Antoine Saint-Exupéry: Uma Análise Para a Atuação Docente”, estudo apresentado no Integra UFMS, de Camila Ferreira da Silva e Janaína Nogueira Maia Carvalho, derivado do projeto “Atuação e Formação Docente: Um Encontro com O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry”. A pesquisa explora a obra e discute suas simbologias, com o objetivo de ressaltar a arte de contar histórias. As análises já estão em andamento, e os estudantes de licenciatura possuem agora a possibilidade de desenvolverem práticas pedagógicas a partir do livro, integrando diversas áreas do conhecimento e fortalecendo as relações entre cultura, arte, literatura, e outras áreas. Texto e foto: Julia Novaes Fernandes Coutinho – Repórter Júnior