Pesquisa avalia quantitativo de atletas com síndrome de Burnout

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O doutorando Giuliano Moreto Onaka, a mestranda Aline Ortega Soloaga e o graduando Soufiane Omais juntaram os conhecimentos e habilidades adquiridos obtidos nos três níveis do Ensino Superior para a realização do estudo “Prevalência de Burnout em atletas”. A síndrome de Burnout está associada a muitos resultados negativos nos atletas, como a diminuição da motivação, desempenho reduzido e até mesmo o abandono do esporte. O objetivo do trabalho era identificar a prevalência desta síndrome em atletas e um questionário foi aplicado em 185 atletas – 126 homens e 59 mulheres. “Conclui-se que a incidência de Burnout nas três dimensões avaliadas é baixa entre atletas, sendo mais prevalente no sexo masculino, exceto na dimensão esgotamento físico e mental, na qual há uma maior prevalência no sexo feminino”. Entenda todos os dados obtidos da pesquisa assistindo a apresentação realizada por Aline para o Integra UFMS. Texto: Leticia Bueno


Estudante desenvolve aplicativo para ensino das equações de 1º grau

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Atualmente, grande parte da população tem acesso a smartphones, inclusive crianças e adolescentes. Além de uma ferramenta de comunicação e lazer, o aparelho também pode ser utilizado na educação. A estudante do curso de Matemática, Karina da Costa Conceição, discute a aplicação das tecnologias digitais no contexto educacional no trabalho “O uso do celular para o ensino de equação do 1º grau”. “[O celular] é de extrema importância no meio educacional, porque nós vemos que no bolso de cada professor, de cada aluno, quase todos têm celular numa sala de aula, então nós podemos unir o útil ao agradável”, afirma Karina. De acordo com ela, é muito importante que os alunos do Ensino Fundamental assimilem bem as equações de 1º grau, pois é o primeiro contato com variáveis e é a base para todas as outras equações que aprenderão nos anos seguintes. Para contribuir, Karina está desenvolvendo um aplicativo. O aplicativo conta um pouco da história da equação e aborda o conteúdo por meio de um quiz. A ideia é que com o uso do aplicativo, o aluno poderá mobilizar elementos relacionados ao conteúdo matemático e competências e habilidades que o envolvem. Assista a apresentação do projeto clicando aqui. Texto: Leticia Bueno


Implementação de selos saudáveis nos serviços de alimentação localizados na UFMS

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Atualmente, muito se ouve falar sobre alimentação saudável. Uma nova tendência ou não, a realidade é que houve transformações no estilo de vida da população. O hábito de consumir alimentos fora de casa aumentou e, diante desse cenário, tornou-se imprescindível que os serviços de alimentação tivessem boas práticas de higiene, manipulação, fabricação de alimentos. Ao trazer essa realidade para a Cidade Universitária e pensando nas diversas possibilidades de restrição alimentar que diferentes integrantes da comunidade universitária possuem, a Empresa Júnior Apetite realizou o projeto “Reestruturação de cardápios dos serviços de alimentação localizados na UFMS com implementação de selos saudáveis”, a fim de colaborar para a funcionalidade da alimentação no campus, proporcionando mais acessibilidade e qualidade de vida aos usuários. “O nosso projeto também tem como parceira a empresa Effectus onde ela vai realizar uma pesquisa de mercado, para entender as necessidades de cada local onde tenham as cantinas”, afirma Patrícia Gutierres, presidente da Apetite. Dentre os objetivos do trabalho, a EJ irá fazer reuniões virtuais com as Unidades Produtoras de Refeições do campus, verificando as refeições ofertadas, e, posteriormente poderão classificá-las de acordo com sua composição, recebendo o selo de: saudável, vegetariano, vegano, light, diet e glúten free. “Nós esperamos como resultado desse projeto além de usuários mais satisfeitos, uma ampliação do acesso a essas cantinas por pessoas com diferentes hábitos alimentares, mas também atendendo à necessidade nutricional de todos”, afirma Patrícia. Texto: Lidiane Antunes- estagiária da Agecom  


Pesquisadores estudam correlação entre Green Human Resource Managament, Economia circular e Indústria 4.0

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“O futuro das empresas no contexto da Economia Circular e Indústria 4.0 na América Latina: O papel da Green Human Resource Management” é um projeto de pesquisa científica desenvolvido pela estudante de Administração do Campus de Paranaíba, Larissa Ferreira da Silva, sob a coordenação do professor Wesley Ricardo de Souza Freitas. O objetivo é realizar uma revisão das publicações científicas sobre o assunto na América Latina, em busca de informações sobre como ocorre o relacionamento entre esses três construtos. Alguns dos resultados encontrados foram que 59 artigos apresentaram uma relação entre Economia Circular e Indústria 4.0, mas nenhum apresentou uma intersecção entre ambos e a Green Human Resource Management. “São três temas novos, com bastante oportunidade para pesquisa”, disse a estudante. A relevância do estudo, segundo Larissa, é seu aporte para a comunidade acadêmica, considerando que os temas são contemporâneos, ao mesmo tempo que fornecem vantagens peculiares de sua função tanto para as organizações quanto para a sociedade. Quanto à própria formação, Larissa disse que o estudo agrega muitos conhecimentos, seja pelas diretrizes apresentadas, voltadas à sustentabilidade, ou pelo conhecimento proporcionado. “Resumidamente, posso citar alguns fatores específicos: como o conhecimento aprofundado sobre a iniciação científica e a funcionalidade da pesquisa acadêmica; o conhecimento sobre três grandes áreas atuais citadas no projeto: “Green Human Resource Management, “Economy Circular” e “Industry 4.0”; e os ensinamentos do professor Wesley Ricardo, que são importantes para minha formação. A apresentação completa do trabalho pode ser conferida aqui. Texto e imagens: Maria de Fátima da Silva Cunha – estagiária da Agecom no CPAR


Residentes relatam experiência na docência obtida por meio de projeto

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O trabalho “A Relevância na formação docente obtida através do Programa de Residência Pedagógica: um relato de experiência”, é apresentado por Paulo Felipe Toro, graduado em Matemática pela UFMS, campus de Paranaíba, e hoje mestrando em Biometria pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu. “Este trabalho se encaixa entre os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável global acordados pela ONU, mais especificamente, o quarto, que trata de educação de qualidade”, ressalta Paulo Toro. Segundo o mestrando, “o Programa de Residência Pedagógica tem como objetivo induzir o aperfeiçoamento na formação prática dos cursos de licenciatura promovendo a imersão dos graduandos nas escolas de ensino básico. Dividido em quatro etapas, sempre com acompanhamento dos professores, discutindo as diversas questões pertinentes ao projeto, principalmente as que poderiam influenciar no processo de ensino aprendizagem dos alunos”, explicou Paulo. O Programa de Residência Pedagógica foi aplicado em uma escola pública da rede de ensino municipal de Paranaíba, por oito residentes, tendo a duração de 440h. Paulo Toro falou sobre a relevância do projeto para sua formação acadêmica: “Matemática (infelizmente), não é uma das matérias que os alunos mais gostam. Acredito que parte disso se dá pela didática tradicional e formação dos professores de Matemática. O Programa Residência Pedagógica teve uma importãncia crucial na minha formação como docente. Foi através dele que pude estar presente com mais frequência da rotina de ‘ser professor’, tanto na parte teórica, quanto na prática”. O egresso complementou que “foi muito gratificante ganhar a confiança dos alunos e mostrar a eles que Matemática não é esse monstro que todos dizem, sem contar o aprimoramento profissional devido à evolução das minhas regências e didática”. Confira aqui a apresentação completa do trabalho. Texto e imagens: Maria de Fátima da Silva Cunha – estagiária da Agecom no CPAR


Indicadores avaliam viabilidade econômica da produção de três peixes redondos

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Os peixes redondos são muito valorizados na piscicultura do Brasil, porém ainda faltam informações científicas zootécnicas e específicas da criação desse grupo de peixes em tanque-rede. Com isto em mente, um grupo de estudantes de Zootecnia realizou o estudo “Viabilidade econômica da produção do tambaqui, tambatinga e tambacu”. “O objetivo do trabalho foi simular os indicadores zootécnicos e econômicos da criação de três grupos genéticos peixes redondos: o tambaqui, a tambatinga e o tambacu”, explica Juliana Silva Ribeiro, estudante que apresentou o projeto no Integra UFMS 2020. Foram 1800 peixes estudados, distribuídos em três tanques-rede. Para medir indicadores zootécnicos como biomassa de estocagem e taxa de sobrevivência, os peixes foram alimentados com ração extrusada com 32% de proteína bruta e 10% desses animais passavam por biometrias mensais. Já para medir os indicadores econômicos, os estudantes calcularam a receita bruta dos peixes, o custo médio e o lucro. Para saber qual dos três peixes teve melhor desempenho técnico, assista a apresentação feita por Juliana. Texto: Leticia Bueno


Wiiterapia: videogame como intervenção fisioterapêutica no equilíbrio em idosos

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Com o envelhecimento, ficamos mais suscetíveis a alterações fisiológicas que comprometem o equilíbrio, o que pode ocasionar em instabilidades e quedas. As quedas são um acidente que pode ser evitado, quando os fatores que a motivam são controlados. Para isso, a ciência tem desenvolvido diversas ferramentas e algumas se utilizam do console de videogame Nintendo Wii, que se propõe a usar o movimento dos usuários para controlar os jogos e, com o lançamento da plataforma Balance Board, teve esse conceito ampliado. A plataforma utiliza a distribuição do peso do usuário para controlar o jogo. “Não demorou muito para surgirem estudos e pesquisas para avaliar uso dessa ferramenta em benefício da saúde e atualmente boa parte da literatura sugere que esse equipamento tem eficácia na previsão de quedas, mesmo que ainda não seja um consenso”, explica o estudante de Fisioterapia, Josamar Vieira de França Junior. Josamar se dedicou a buscar um protocolo eficaz e criou o estudo “Wiiterapia como ferramenta de intervenção fisioterapêutica no equilíbrio em idosos da Universidade Aberta à Pessoa Idosa (UnAPI/UFMS)”. “O protocolo consiste em uma sessão de 45 minutos envolvendo três jogos do pacote WiiFit, fazendo duas sessões por semana durante quatro semanas”, conta. Assista a apresentação completa sobre o estudo clicando aqui. Texto: Leticia Bueno


É estudante de Direito? Saiba quais são as áreas jurídicas mais promissoras atualmente

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O estudo “As áreas jurídicas de maior auspiciosidade no domínio profissional” da acadêmica do curso de Direito da UFMS Fabíola Anselmo Teodoro tem como premissa ajudar estudantes a conhecerem quais são as áreas mais promissoras do âmbito jurídico no cenário atual, e assim proporcionar que façam uma boa escolha. Colaboram da pesquisa os acadêmicos Thiago Ferreira de Carvalho e Juvenal Vieira da Silva. Sob orientação do professor da Faculdade de Direito, Rogério Mayer, Fabíola construiu a pesquisa qualitativa de caráter descritivo que aborda as áreas do Direito com maior ascendência durante este ano. A estudante teve como norte do projeto as perguntas que são frequentes no planejamento profissional de quem quer ingressar neste mercado de trabalho. “Inúmeros recentes egressos e até mesmo acadêmicos se encontram repletos de incertezas a respeito de que área jurídica seguir. Qual área será mais promissora? Como se destacar em meio a milhares de profissionais? Quais especializações proporcionarão maior seguridade financeira e social? É possível auspiciosidade num cenário de recessão?”, justifica Fabíola. Os resultados mostraram que as carreiras públicas continuam em vantagem, e demonstrou que no ramo privado também se destacam cargos relacionados ao Direito Tributário e à consultoria jurídica para empresas. Além disso, evidenciou a crescente na área digital e no Direito Ambiental, sobretudo num país como o Brasil, cheio de biodiversidade e com grande patrimônio de recursos naturais. O Direito Eleitoral também esteve presente nos resultados da pesquisa, principalmente neste ano de eleições municipais. Por fim, Fabíola falou sobre a participação e importância acadêmica da Verus Consultoria Jurídica, Empresa Júnior sem fins lucrativos, criada em 2013, por alunos que buscam a experiência profissional pela vivência empresarial. Confira a apresentação do trabalho na íntegra, clicando aqui. Texto e imagem: Gabriela Vilela – Estagiária da Agecom


Estudante de Agronomia avalia a influência de diferentes coberturas vegetais na atividade microbiana do solo

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O projeto “Atividade Microbiana em Solo Cultivado com Milho em Área com Diferentes Coberturas Vegetais Antecessoras” desenvolvido pelo bolsista de Iniciação Científica Breno de Oliveira Reis, sob orientação do professor Sebastião Ferreira de Lima, tem como embasamento o fato de que a atividade microbiana do solo pode ser utilizada como bioindicador para alterações ambientais, além de auxiliar na tomada de decisões no momento do manejo. Com isso, o objetivo do trabalho foi avaliar a atividade microbiana do solo em área cultivada com milho, que recebeu nove diferentes coberturas vegetais antecessoras, sendo essas: sorgo (Sorghum bicolor), crotalária (Crotalaria ochroleuca), milheto (Pennisetum americanum), Urochloa ruziziensis, piatã (U. brizantha CV. Piatã), nabo forrageiro (Raphanus sativus L.), brizantha (U. brizantha CV. Xaraés), milheto + nabo e o pousio. “Analisei algumas características de desenvolvimento e crescimento da planta, como altura da planta, diâmetro de colmo e altura de inserção de primeira espiga. Na parte do solo, avaliei o carbono presente no solo, o carbono presente na biomassa microbiana, respiração microbiana e o quociente metabólico do solo.” afirma Breno. Pelos resultados, o pesquisador concluiu que as coberturas vegetais afetam o desenvolvimento da planta de milho e que a maior taxa de respiração microbiana ocorre na área de pousio. Acesse aqui o trabalho. Texto e imagem: Vitória Fátima – (Estagiária da Agecom no CPCS)


Redução da emissão de gases de efeito estufa com ciclovia e postos de bicicletas compartilhadas na Cidade Universitária

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Na busca por fortalecer as políticas de promoção de sustentabilidade na UFMS, o acadêmico de Arquitetura e Urbanismo (UFMS) e membro da Empresa Junior EngeFour, Pedro Henrique Silva Neves, desenvolveu o projeto “Redução da emissão de gases de efeito estufa por meio da implantação de uma ciclovia com postos de bicicletas compartilhadas na UFMS – Campo Grande”. O projeto tem como parceira a Effectus, Empresa Júnior (EJ) da Escola de Administração e Negócios da UFMS. E prevê o uso compartilhado de bicicletas na Universidade, possibilitando a interligação dos vários prédios e pontos do campus por meio de ramais principais e secundários. Segundo Pedro, a extensão do campus contribui para que o automóvel seja o veículo de escolha dos estudantes. “Muitas vezes a distância entre os blocos é grande, o que faz com que o deslocamento a pé seja a última alternativa, mesmo com calçadas e ruas arborizadas. Diante dessa situação, além de prejudicar o micro clima local, a circulação de elevado número de automóveis também agrava a situação de mobilidade pela Universidade”, afirma. Nessa linha, o estudante declara que o desenvolvimento de alternativas em prol do uso de transportes com emissão zero dos gases de efeito estufa é uma necessidade, e que além do projeto urbanístico, será realizado um estudo mercadológico indicando as principais alternativas para implementação do sistema de bicicletas, visando à melhor relação custo-benefício para a Instituição. “Na etapa inicial, serão realizados o estudo mercadológico e a pesquisa exploratória descritiva e comportamental. As informações levantadas nessa etapa serão utilizadas de embasamento para as duas etapas seguintes: o estudo preliminar de urbanismo, para desenvolver os primeiros desenhos da implantação da locação dos postos de bicicletas elétricas compartilhadas, e o estudo preliminar de engenharia elétrica, para dimensionar a infraestrutura de rede elétrica necessária para comportar a carga adicional no sistema”, explica. O estudante, orientado pela professora Cynthia de Souza Santos, conclui que os maiores resultados esperados com o projeto serão a redução das emissões de gases relacionados ao efeito estufa dentro da Cidade Universitária; melhor mobilidade acadêmica entre os blocos; além do exemplo de mobilidade sustentável, inspirando investimentos futuros de outras instituições no combate ao aquecimento global. Texto e imagens: Lucas Caxito (estagiário da Agecom)


INTEGRA 2023

Realizado desde 2017, o Integra UFMS é o maior evento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do estado de Mato Grosso do Sul. O objetivo é reunir em um só local o resultado das atividades ligadas a Programa Institucional de Bolsas da Iniciação Científica (Pibic), Programa Institucional de Bolsas da Iniciação à Docência (Pibid), Programa de Educação Tutorial (PET), Extensão Universitária (Enex) e Empresas Juniores da UFMS e a Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de Mato Grosso do Sul (Fetec-MS).

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